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<journal-title>Global Journal of Human-Social Science - E: Economics</journal-title>
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<publisher><publisher-name>Global Journals Publishing Group Incorporated</publisher-name></publisher>
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<article-title>Why Hasn Brazil become a Developed Country?</article-title>
<subtitle>Historical Trajectory and Obstacles to Brazil&#039;s Growth</subtitle>
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<year>2024</year>
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<volume>24</volume>
<issue>E4</issue>
<fpage>71</fpage>
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<abstract><p>O Brasil foi apontado como uma potência emergente no início dos anos 2010, mas fracassou em alcançar um patamar mais elevado de desenvolvimento econômico e social. Muitos analistas concluíram que a economia brasileira estava presa na “armadilha da renda média” (ou “armadilha do lento crescimento”). Porém, para entender as circunstâncias que impediram o país de alcançar níveis elevados de renda per capita e de bem-estar social não basta examinar as causas estruturais da baixa produtividade do trabalho ou da elevada desigualdade de renda (tais como a desindustrialização prematura, a baixa escolaridade de grande parte da população e as práticas “rent-seeking”). Além da adesão à agenda neoliberal, também é preciso considerar a influência de grupos políticos conservadores na definição das políticas sociais executadas pelo Estado, a subordinação da política econômica a exigências do mercado financeiro e a conjunção de interesses (internos e externos) contrários a estratégias de desenvolvimento socialmente inclusivo e ambientalmente sustentável.</p></abstract>
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<kwd>desenvolvimento econômico</kwd>
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<title>Full Text</title>
<p>O Brasil foi apontado como uma potÃªncia emergente no inÃ­cio dos anos 2010, mas fracassou em alcanÃ§ar um patamar mais elevado de desenvolvimento econÃ´mico e social. Muitos analistas concluÃ­ram que a economia brasileira estava presa na â€œarmadilha da renda mÃ©diaâ€ (ou â€œarmadilha do lento crescimentoâ€). PorÃ©m, para entender as circunstÃ¢ncias que impediram o paÃ­s de alcanÃ§ar nÃ­veis elevados de renda per capita e de bem-estar social nÃ£o basta examinar as causas estruturais da baixa produtividade do trabalho ou da elevada desigualdade de renda (tais como a desindustrializaÃ§Ã£o prematura, a baixa escolaridade de grande parte da populaÃ§Ã£o e as prÃ¡ticas â€œrent-seekingâ€). AlÃ©m da adesÃ£o Ã  agenda neoliberal, tambÃ©m Ã© preciso considerar a influÃªncia de grupos polÃ­ticos conservadores na definiÃ§Ã£o das polÃ­ticas sociais executadas pelo Estado, a subordinaÃ§Ã£o da polÃ­tica econÃ´mica a exigÃªncias do mercado financeiro e a conjunÃ§Ã£o de interesses (internos e externos) contrÃ¡rios a estratÃ©gias de desenvolvimento socialmente inclusivo e ambientalmente sustentÃ¡vel.</p>
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