Antonia Janielly Negreiros de Moraes α, Francisca Samila Pinto Romão σ, Sávio Diego Gomes da Silva P, Alysan Gomes de Vasconcelos ", Mirian Farias de Oliveira Soares ‡, Ivone do Nascimento Anastácio §, Wendel de Alcântara Mendes x, Danilo Freire Pessoa v, Antonio Hecktor Rodrigues Vieira θ & Francisca Kamyla de Sousa Ribeiro
## I. INTRODUÇÃO
Atenção Primária à Saúde (APS) se caracteriza por um conjunto de ações de saúde, no âmbito individual e coletivo, que abrange a promoção, proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e a manutenção da saúde com o objetivo de desenvolver uma atenção integral que impacte positivamente na saúde das coletividades. Trata-se da principal porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS) e do centro de comunicação com toda a Rede de Atenção (RAS) dos SUS (BRÁSIL, 2017).
Para se alcançar uma APS de qualidade é necessário que OS atributos dela sejam operacionalizados e avaliados no intuito de melhoria da qualidade da atenção, dentre eles estão: o primeiro contato, servindo como "porta" de entrada do usuário ao sistema de saúde; a longitudinalidade constituída pelo cuidado da equipe de saúde ao usuário ao longo dos anos; a integralidade atendendo as necessidades da população articulada a outros níveis de atenção e coordenação do cuidado, garantida pela continuidade do cuidado (STARFIELD, 2015).
Em 2015 o Ministério da Saúde (MS) instituiu a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAIsC) com a Portaria $\mathsf { n } ^ { \mathrm { o } }$ 1.1303, a qual sintetiza de maneira clara e objetiva os eixos de ações que compõem a atenção integral à saúde da criança. Nessa perspectiva, a PNAisC se organiza a partir das RAS e de seus eixos estratégicos, na qual a APS configura-se como coordenadora do cuidado e ponto central desse processo (DAMASCENO et al., 2016).
Aimplementação dos marcos legais brasileiros, comoa Constituição Federal de 1988, que garantiu o direito universal à saúde por meio da criação do Sistema Único de Saúde (Sus) e a proteção integral da criança, através da instituiçãodo Estatutoda Criançaedo Adolescente (ECA), em 1990, possibilita melhoras significativas referentes à saúde da criança. Entretanto, garantir que esses avanços cheguem à população infantil de maneira universal, de modo que atinja também os grupos mais vulneráveis, é uma tarefa constante. Em razão disso, no ano de 2015, houve a elaboração da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança (PNAIsC), comointuitode assegurar o pleno desenvolvimento de todas as crianças e o exercício da cidadania das mesmas (BRASIL, 2018).
O nascimento de uma criança, é uma ocasião de plena transformação no ciclo de vida da família, trazendo consigo muitos questionamentos e insegurança. Em boa parte das vezes, para a família, a equipe de saúde é a principal referência, sendo designada a identificar e abordar assuntos que possam trazer riscos, tornando-se um elo para superar as dificuldades desta etapa de adaptação. Diante da maior vulnerabilidade em seu processo de crescimento e desenvolvimento, a criança é considerada uma prioridade nas políticas públicas de saúde, e é na puericultura, nos dois primeiros anos de vida, que se abrem janelas de oportunidade para a formação de crianças saudáveis, sensíveis e emocionalmente equilibradas (FREITAS, et al., 2020).
Um dos serviços oferecidos na ABS é a puericultura, arte de promover e proteger a saúde das crianças, através de uma atenção integral, compreendendo a criança como um ser em desenvolvimento com suas particularidades, pode ser resumida como o acompanhamento da criança por equipe multiprofissional para assegurar um bom desenvolvimento físico e mental, levando em conta que a infância saudável promove uma vida adulta saudável (FERNANDES et al., 2023).
A consulta de puericultura é uma ferramenta primordial na garantia da saúde dosinfantes, visto que reúne procedimentos orientados para o cuidado integral, aspirando acompanhar de forma regular e sistemática, O crescimento, desenvolvimento, imunização, aleitamento materno, alimentação e orientações sobre a prevenção de acidentes (FURTADO MCC, 2018).
Assim, na puericultura é realizado, dentre outras ações, o monitoramento do crescimento físico, o desenvolvimento psicomotor, a avaliação do cartão de imunização e orientações aos pais e/ou responsáveis sobre alimentação adequada. Para que este acompanhamento seja adequado, é essencial a atuação de vários profissionais, que compõem a equipe multiprofissional, como enfermeiro, médico, técnico\_ de enfermagem, nutricionista e fisioterapeuta. Este acompanhamento é realizado, preferencialmente, na atenção primária, que para o acompanhamento regular todas as crianças têm o direito e os pais e/ou responsáveis devem leva-las, devendo ser considerada a estratificação de risco da criança para o cronograma de consultas, o que representa os princípios da equidade, integralidade e universalidade. As consultas de acompanhamento regulares garantem o rastreamento de doenças preveníveis e o controle de doenças não preveníveis (ALBERNAZ, 2023).
Pode-se considerar que a consulta de puericultura é uma das portas de entrada do SUS, que fornece a possibilidade da integração entre o indivíduo, a assistência e o profissional. Ainda nesse âmbito, é válido destacar o desenvolvimento de um vínculo fundamental para obter uma consulta de puericultura de qualidade, representado pelo profissional e o responsável pela criança. Tal conexão é importante no que diz respeito à execução da assistência, pautada nos princípios e diretrizes da promoção da saúde, inclusive na compreensão do ambiente familiar, seus relacionamentos, contexto sociocultural, econômico e ambiental no qual a criança está inserida (MOREIRA MDS, 2017).
Quando a mãe não estiver inserida ativamente no programa, existe uma falha, isso é uma interrupção contraria a frequente busca pelo atendimento. Vários motivos estão relacionados à baixa adesão materna as consultas, inclusive a falta de conhecimento em relação a puericultura, como também baixo nível socioeconômico e escolaridade, contudo faz se necessário ofertar as mães conhecimento relacionado a promoção de saúde utilizando uma linguagem fácil entendimento de acordo com a realidade com sua realidade (SILVA, et al., 2019).
A educação em saúde faz parte direta desse programa, pois compete a equipe da Estratégia de Saúde da Família (ESF) comunicar sobre a os assuntos relacionado a saúde e atividades, que estarão sendo trabalhados com a criança e cuidados que devem ter em domicílio. A comunicação dos profissionais com as mães mostra ser de grande relevância, pois permite a aproximação das mães e das crianças, deixando as mães mais confortáveis, segura em relação aos cuidados assim construindo um vínculo de forma a incentivar o retorno da mesma a unidade (WILLiCH, 2019).
A participação da enfermagem na consulta de puericultura na ESF é de fundamental importância, pois cabe ao enfermeiro e sua equipe dar uma assistência voltada a desenvolver ações e/ou palestras que conscientize e estimule as mães a levarem seus filhos ao acompanhamento da puericultura (ARAUJO et al., 2014).
A interação entre os pais e a criança é fundamental para promoção de resultados ideais ao desenvolvi-mento sendo um componente-chave da avaliação infantil durante a primeira infância, a identificação oportuna de um atraso no desenvolvimento é crucial para estabelecer intervenções oportunas. As estratégias antecipadas garantem que as mães estejam cientes das necessidades de desenvolvimento específicos de cada estágio do desenvolvimento (WONG, 2018).
A equipe da ESF deve se responsabilizar pelo seguimento da criança, por meio da consulta de puericultura, cumprindo o calendário preconizado pela OMS. A consulta é uma ferramenta potente para integralidade do cuidado infantil, sendo uma atividade dinâmica de baixa complexidade que oportuniza a implantação da vigilância e do crescimento infantil resultando na realização de ações de proteção, prevenção de agravos e promoção à saúde da criança (MENEZES, et al., 2019).
Diante da importância da puericultura e observando a necessidade de fortalecer as consultas periódicas de puericultura, foi realizada uma ação como plano de intervenção em uma Unidade de Saúde de Atenção Primária em um município no interior do Ceará, que teve como objetivorelatar a experiência da implantação de um instrumento o "cartão de puericultura" e consultas dinâmicas de recreação que utilizava o brincar/brinquedo como estratégia terapêutica de intervenção na assistência às crianças que participavam das consultas de puericultura.
## II. MÉTODOS
Tratou-se de um relato de experiência acerca de uma atividade realizada em um Centro de Saúde da Família em um município no interior do Ceará. A população do bairro conta com o número de 3300 habitantes, o número de crianças de que são acompanhadas pela puericultura é de 107 crianças entre 0 a 2 anos. O CSF conta uma equipe compostas por: 01 cirurgiã-dentista, 09 agentes comunitários de saúde, 02 médicos, 01 técnica de enfermagem, 01 auxiliar em saúde bucal, 02 enfermeiros. A estrutura física conta com: 01 sala de reunião, 01 sala de vacinação, 01 SAME (serviço de arquivo médico), 02 consultórios, 01 consultório odontológico, 01 sala para a realização de procedimentos, 01 copa, 01 sala de esterilização, 01 expurgo.
A ação foi realizada no período de fevereiro a julho do ano de 2023. O público abordado foram crianças e seus respectivos responsáveis que participavam das consultas de puericultura. No momento foi realizada uma abordagem sobre o cartão de puericultura elaborado pelos alunos de enfermagem e nutrição que estavam em estágios na unidade, como também foi realizado consultas de puericultura dinâmicas, usando brinquedos e adereços que chamassem a atenção das crianças, fazendo com que elas ficassem mais tranquilas, facilitando assim o trabalho do profissional.
Os aspectos éticos foram respeitados com base na resolução 466 de 2012. Que trata de pesquisas e testes com seres humanos. Cumprindo as diretrizes e normas regulamentadoras estabelecidas pela resolução e atendendo aos fundamentos éticos e científicos também elencados na resolução Estudos Interdisciplinares N° 266 de 2012 do CNS (Conselho Nacional de Saúde).
## III. RESULTADOS
No Brasil o aumento da taxa de mortalidade é um dos grandes desafios para os gestores municipais e estaduais. Em 2004 foi afirmado o pacto pela redução da mortalidade materna e infantil, com isso nas últimas décadas houve uma queda no índice graças às estratégias implementadas pelo governo federal como ações para diminuir a pobreza, ampliação da ESF, incentivo ao Aleitamento Materno Exclusivo (AME), rede cegonha, qualificação dos profissionais da puericultura na atenção básica (BRASIL, 2019).
O Ministério da Saúde recomenda sete consultas de rotina no primeiro ano de vida (na $1 ^ { \mathsf { a } }$ semana, no $1 ^ { \circ }$ mês, $2 ^ { \circ }$ mês, $4 ^ { \mathrm { o } }$ mês, $6 ^ { \circ }$ mês, $9 ^ { \circ }$ mês e $12 ^ { \circ }$ mês), além de duas consultas no $2 ^ { \circ }$ ano de vida (no $18 ^ { \mathrm { o } }$ e no $24 ^ { \mathrm { o } }$ mês) e, a partir do $2 ^ { \circ }$ ano de vida, consultas anuais, próximas ao mês do aniver-sário. Essas faixas etárias são selecionadas porque representam momentos de oferta de imunizações e de orientações de promoção de saúde e prevenção de doenças. As crianças que necessitem de maior atenção devem ser vistas com maior frequência(BRASIL, 2012).
A ação foi desenvolvida por estudantes de graduação no momento em que iniciaram as suas atividades de estágio, vivenciando momentos significativos de integração ensino-serviço-comunidade, reconhecendo o território e seus espaços sociais, assim como a história da unidade. Inicialmente realizaram uma conversa com os usuários, compreenderam o contexto social e os determinantes da saúde local. Vislumbraram as fragilidades e potencialidades do território, refletindo a respeito da discussão sobre processo de trabalho da equipe.
Durante o reconhecimento do território foi identificado um baixo índice de adesão às consultas de puericultura na unidade. Na área de abrangência do CSF totalizamos uma população de 107 crianças menores de 02 (dois) anos, onde participam atualmente em média 60 crianças da puericultura mensal, porém ao avaliar o prontuário familiar dessas crianças foi observada uma baixa adesão associada uma alternância de consultas sem seguir o calendário do protocolo de atendimento de puericultura.
A partir desta problemática foi possível atuar na implantação de um instrumento o "cartão de puericultura" (Figura 1) e consultas dinâmicas de recreação que utilizava o brincar/brinquedo como estratégia terapêutica de intervenção na assistência às crianças que participam da consulta de puericultura. O cartão teve a proposta de servir de auxílio para que a mãe acompanhe o desenvolvimento da criança e o período exato que a criança deve comparecer a consulta de puericultura, pois em conversas com as mães durante as consultas de puericultura e pré-natais elas relatavam não saber quais as idades que a criança necessitava ser acompanhada pelo profissional através das consultas de puericultura.
 Fonte: autoria própria Figure 1
Nesse cartão continha um calendário com as idades que a criança precisava passar pela puericultura, assim a mãe poderia consultar sempre que tivesse dúvidas e caso o agendamento não tivesse sido realizado, a mãe teria como alertar o ACS ou enfermeiro da ausência da consulta de puericultura naquele mês.
A ação através da aplicação do cartão de acompanhamento da puericultura do crescimento e desenvolvimento da criança propiciou condições para a efetivação das consultas como uma estratégia que visa aumentar a frequência das crianças nas puericulturas, proporcionando uma abordagem sistêmica e holística.
Quanto às consultas dinâmicas as atividades foram desenvolvidas no período da consulta de puericultura, e englobavam desenhos, jogos, histórias infantis e na criação de ambientes alegres com uma decoração bem atrativa para as crianças. Através dessa ação, pode-se utilizar o brincar/brinquedo como instrumento facilitador da comunicação entre equipe cuidadora e a criança e como estimulador do desenvolvimento global. Portanto, se por um lado à pretensão da puericultura é fazer crescer fisicamente saudável, o seguimento da criança tem a potência de estreitar e manter o vínculo da criança e da família com os serviços de saúde, propiciando oportunidades de abordagem para a promoção de hábitos de vida saudáveis, vacinação, prevenção de problemas e agravos e provendo o cuidado em tempo oportuno. Ela se complementa na busca de elementos que possam dar à criança o desenvolvimento físico, social, emocional e psíquico, para a formação do ser confiante em si, e daí solidário, em harmonia com o outro para sentir-se feliz (MURAHOVSCHI, 2016).
Este recurso pode ser importante para que o profissional compreenda o momento pelo qual a criança está passando, pois além de Ihe dar a oportunidade de liberação de temores e ansiedade, proporciona uma melhor relação entre o profissional e a criança, facilitando assim os procedimentos habituais da consulta.
Após 1 mês de implantação do instrumento do cartão de puericultura e as consultas dinâmicas percebeu-se uma maior adesão as consultas, pois a média de atendimentos de crianças menores de 1 ano mensal era de 13 atendimentos, passando para 33 crianças/mês, sendo um aumento significativo e importante.
Na unidade de saúde buscou-se tornar realidade a integralidade do cuidado das crianças menores de dois anos de idade priorizando ações de saúde que possuem comprovada eficácia e resgatando o vínculo de corresponsabilidade entre os serviços e a população. Acredita-se que se a criança obtiver medidas de promoção, proteção e recuperação da saúde nos primeiros anos de vida, estaremos possibilitando condições cruciais para que o crescimento infantil se processe de forma adequada e, consequentemente, uma base sólida para sua vida adulta.
O vínculo com os usuários do serviço de saúde amplia a eficácia das ações de saúde e favorece a participação do usuário durante a prestação do serviço. Esse espaço deve ser utilizado para a construção de sujeitos autônomos, tanto profissionais quanto pacientes, pois não há construção de vínculo sem que o usuário seja reconhecido na condição de sujeito, que fala, julga e deseja (CAMPOS, 1997).
## IV. CONCLUSÃO
Diante da experiência vivenciada, observamos à importância do acompanhamento multiprofissional a puericultura, pois ela é responsável por ter uma criança "sadia", pela promoção da saúde e pela prevenção de agravos na infância, assistindo-a contínua e integralmente dentro dos ambientes físicos e psicossocial nos quais estão inseridos. Assim, percebemos a importância da assistência multiprofissional as crianças de 0 a 2 anos, sendo essencial para o cuidar, no qual deve-se tratar o paciente de maneira holística. Isso possibilita a equipe planejar o cuidado de maneira organizada, adaptando os conhecimentos técnico-científicos às necessidades individuais de cada tipo de criança, não apenas prestando os cuidados que o mesmo necessita, mas também orientando e ensinando as mães sobre os cuidados que deve ter diante de seus filhos, fato que promove uma assistência mais humanizada, eficaz e de qualidade.
Vale ressaltar que a atividade de educação em saúde na prática de puericultura é um processo que vem contribuindo com a promoção de saúde infantil e constitui um importante instrumento de mudanças de comportamentos e hábitos. Contudo, faz-se necessário a participação ativa da equipe da unidade favorecendo o entendimento e a reflexão dos educadores sobre o significado de cada mudança na sua criança. Desse modo, entende-se que educar não significa simplesmente transmitir informações, mas é preciso que o educador conheça e compreenda os valores sociais e culturais do educando e este exercite o direito de participar e decidir conscientemente.
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How to Cite This Article
Antonia Janielly Negreiros de Moraes. 2026. \u201cExperience Report of Strategies for Carrying Out Child Care Consultations in A Family Health Center\u201d. Global Journal of Medical Research - K: Interdisciplinary GJMR-K Volume 24 (GJMR Volume 24 Issue K2).
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