Research
Analysis of the Sensory Processing Profile of Students with Autistic Spectrum Disorder and its Influence on School Participation
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) tem sido estudado e descrito há muitos anos, por vários pesquisadores, ao redor do mundo. Suas descrições e terminologias sofreram modificações importantes até chegarem à descrição mais atualizada, que foi publicada pelo Manual Diagnóstico e EstatÃstico dos Transtornos Mentais DSM-5 e, portanto, será o principal referencial teórico adotado neste estudo (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2014). O Manual Diagnóstico e EstatÃstico dos Transtornos Mentais (DSM-5) define o Transtorno do Espectro Autista (TEA) como um transtorno do neurodesenvolvimento, caracterizado por déficits na comunicação e na interação social e pela presença de comportamentos, atividades ou interesses restritos e repetitivos (AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 2014).
The Effectiveness of the Ayres® Sensory Integration Approach in the School Context for Students With Additional Disorders Autistic Spectrum
Ainclusão escolar de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é considerada por pesquisadores e educadores como um desafio para os profissionais da saúde e da educação, devido à heterogeneidade imposta pela caracterização do transtorno (CABRAL; MARIM, 2017). Essas caracterÃsticas heterogênicas se manifestam de acordo com os fatores fisiológicos, grau de comprometimento funcional e influência dos fatores ambientais, o que sugere que, tendo em vista as suas especificidades clÃnicas, os indivÃduos com esse quadro devem receber atenção especializada no processo de escolarização (CINTRA; JESUINO; PROENÇA, 2015). Em função da especificidade do TEA, a inclusão desses alunos implica em reflexões importantes a respeito das possibilidades de intervenções, adequações e acolhimento necessários para contemplar toda a diversidade imposta pelo diagnóstico. Desta forma, é fundamental a parceria entre educação e saúde para que se tenha o máximo de conhecimento das caracterÃsticas de cada aluno tanto do ponto de vista funcional quanto educacional e com isso a sua inclusão seja eficiente e se dê de maneira adequada à s suas necessidades (FERRAIOLI; HARRIS, 2011).
