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A Incomensurabilidade em Thomas Kuhn e a Educacao Profissional, Cientifica E Tecnologica: Um Ensaio Sobre Interdisciplinaridade e Pratica no Ensino de Tecnologia das Construcoes

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A Incomensurabilidade em Thomas Kuhn e a Educacao Profissional, Cientifica E Tecnologica: Um Ensaio Sobre Interdisciplinaridade e Pratica no Ensino de Tecnologia das Construcoes

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Abstract

This work aims to demonstrate that the concept of Incommensurability, according to Thomas Kuhn, originally of the Exact Sciences, which explains the change between scientific theories in the Philosophy of Science, as well explains on the Technology of buildings, in Brazilian built environment, from the Colonial period to Contemporary. It was observed that the changes in scientific theories have occurred, in part, with assimilation of previous concepts and, part, with complete break between paradigms.

I. INTRODUÇÃO

A incomensurabilidade, do grego "asΓ½mmetron", significa a ruptura entre duas teorias cientΓ­ficas, a qual ocorre quando o paradigma da teoria anterior nΓ£o contempla a soluΓ§Γ£o de todos os seus problemas, gerando um novo paradigma que os resolva eficientemente. O termo provem da Geometria grega e ganhou nova proporΓ§Γ£o epistemolΓ³gica com Kuhn e Feyerabend, na Filosofia da CiΓͺncia (PETERS, 1974; FEYERABEND, 1976; KUHN, 2006; ABRAΓƒO, 2009).

Este trabalho demonstrarΓ‘ que o conceito Incomensurabilidade, originado nas CiΓͺncias Exatas, para explicar as mudanΓ§as de teorias cientΓ­ficas na Geometria grega e na Filosofia da CiΓͺncia, tambΓ©m explica as mudanΓ§as na Tecnologia das ConstruΓ§Γ΅es, uma das disciplinas do Curso TΓ©cnico de EdificaΓ§Γ΅es, do eixo Infraestrutura, do CatΓ‘logo Nacional de Cursos

TΓ©cnicos, do MinistΓ©rio da EducaΓ§Γ£o e Cultura do Brasil (MEC).

II. A PERSPECTIVA DA INCOMENSURABILIDADE

COMO ELEMENTO INTERDISCIPLINAR NO ENSINO DE DISCIPLINAS TÉCNICAS

Segundo AbrahΓ£o (2009), a palavra incomensurabilidade vem do grego "asΓ½mmetron". Peters (1974) a atribuiu ao pitagΓ³rico Hipasso. Fritz (1945) apud Roque (2012) pontua que a incomensurabilidade tenha sido descoberta durante o estudo do problema das diagonais do pentΓ‘gono regular. Esses autores apontam para a origem grega de tal termo que foi concebido na Geometria PitagΓ³rica. Contudo, esse vocabulo nΓ£o se restringe Γ  Geometria grega, pois no sΓ©culo XX, sob nova perspectiva, ganha nova proporΓ§Γ£o epistemolΓ³gica em Kuhn e Feyerabend.

A incomensurabilidade foi empregada no sΓ©culo XX, por Kuhn e por Feyerabend em 1962, na Filosofia da CiΓͺncia (KUHN, 2006). As contribuiΓ§Γ΅es desses dois autores contemporΓ’neos da Filosofia da CiΓͺncia apontam a incomensurabilidade como elemento importante para as mudanΓ§as cientΓ­ficas, entretanto este trabalho se restringirΓ‘ Γ  perspectiva de Thomas Kuhn. Thomas Samuel Kuhn era fΓ­sico, graduado pela Universidade de Harvard e empreendeu esforΓ§os para identificar a estrutura, isto Γ©, elementos constituintes do processo cientΓ­fico que motivam e operam profundas mudanΓ§as na HistΓ³ria da CiΓͺncia, nomeando essas estruturas de "revoluΓ§Γ΅es cientΓ­ficas" (KUHN, 2011).

Para o autor, as estruturas cientΓ­ficas apresentam ciclos que, posteriormente, proporcionam rupturas entre si, desencadeando revoluΓ§Γ΅es cientΓ­ficas. Essas estruturas apresentam mudanΓ§as sequenciais, atravΓ©s de perΓ­odos que se alternam entre si no decorrer do desenvolvimento da ciΓͺncia.

O perΓ­odo prΓ©-paradigmΓ‘tico da ciΓͺncia corresponde ao momento de incertezas cientΓ­ficas, em que nΓ£o hΓ‘ consenso entre os membros da comunidade cientΓ­fica a respeito do paradigma. O paradigma compreende um conjunto de crenΓ§as, tΓ©cnicas e valores compartilhados por uma comunidade, que serve como modelo para a abordagem e soluΓ§Γ΅es de problemas. Nesse perΓ­odo, a escolha do paradigma consiste em disputas, cujo antagonismo presente entre os cientistas diz respeito Γ  habilidade polΓ­tica dos mesmos em persuadir seus pares, na tentativa de estabelecer um novo paradigma (KUHN, 2012).

Nesse contexto, nΓ£o estΓ‘ em evidΓͺncia o desdobramento experimental, metodolΓ³gico, deduΓ§Γ΅es, induΓ§Γ΅es ou anΓ‘lises metodolΓ³gicas do paradigma, mas a habilidade do cientista em persuadir os demais membros da comunidade cientΓ­fica sobre a importΓ’ncia de aderirem ao novo paradigma.

Em Kuhn, o paradigma estabelece unidade e maturidade aos membros da comunidade cientΓ­fica, possibilitando condiΓ§Γ΅es de instrumentalizaΓ§Γ£o da teoria, ampliando e aprimorando suas tΓ©cnicas, com o surgimento de instrumentos que auxiliarΓ£o na investigaΓ§Γ£o dos novos fenΓ΄menos. Assim, o novo paradigma substituΓ­ra gradualmente as teorias mais antigas.

O paradigma estabelece unidade ao demonstrar sua eficiΓͺncia em solucionar os problemas cientΓ­ficos, aos quais Kuhn denomina de "quebra-cabeΓ§as". A eficΓ‘cia na resoluΓ§Γ£o dos problemas possibilita a ampliaΓ§Γ£o de seu campo de atuaΓ§Γ£o, que implica o fortalecimento estrutural e o amadurecimento da ciΓͺncia. Por outro lado, quando o cientista se depara com "anomalias", problemas que o paradigma vigente nΓ£o consegue resolver, ocorre uma crise, a qual desencadearΓ‘ a incomensurabilidade, ou seja, a ruptura entre os paradigmas.

Kuhn (2006) transpΓ΄s o conceito de incomensurabilidade da Geometria grega para o conhecimento cientΓ­fico, percebendo o conflito e a ruptura entre as teorias cientΓ­ficas. Camilo (2016) afirma, assim como Kuhn (2006), que as mudanΓ§as cientΓ­ficas resultam dos conflitos entre as teorias, ao longo da histΓ³ria, os quais encorajam a mudanΓ§a cientΓ­fica, a criatividade e a inovaΓ§Γ£o cientΓ­fica. Desta forma, a exemplo disso, se pode perceber as mudanΓ§as cientΓ­ficas na Tecnologia das ConstruΓ§Γ΅es no Brasil.

III. INCOMENSURABILIDADE E TECNOLOGIA DAS CONSTRUÇÕES

As tΓ©cnicas construtivas antigas, Γ  base de terra, datam de mais de dez mil anos, quando a humanidade comeΓ§ou a construir cidades (RIBEIRO, 2003). Empregavam materiais e recursos do prΓ³prio ambiente da edificaΓ§Γ£o e se originaram do conhecimento nativo, vernacular ou popular (MARQUES; AZUMA; SOARES, 2009). Foram utilizadas tΓ©cnicas diversas, como a taipa de mΓ£o, a taipa de pilΓ£o, o adobe e o tijolo (NEVES; FARIA, 2011).

Apesar de controverso, o termo "vernacular" se mostra, na atualidade, controverso e seus significados sΓ£o amplamente discutidos, dentre as diferentes nuances de atribuΓ­das por cada autor, que, contudo, harmonizam que a arquitetura vernacular se caracteriza pelo seu enraizamento no ambiente em que se insere, ligada Γ s caracterΓ­sticas histΓ³ricas locais, que sΓ£o passadas de geraΓ§Γ£o em geraΓ§Γ£o, incorpora a sabedoria coletiva da tradiΓ§Γ£o, contemplando a relaΓ§Γ£o dos materiais e soluΓ§Γ΅es tecnolΓ³gicas com o clima, topografia e outros fatores fΓ­sicos e culturais locais (REIS; CASTRO, 2020).

A construΓ§Γ£o com barro no Brasil iniciou com as experiΓͺncias e o "saber como" dos colonizadores portugueses, onde este foi a matΓ©ria prima principal das construΓ§Γ΅es vernaculares no interior do Brasil ColΓ΄nia, entre os sΓ©culos XVI e XIX (LEMOS, 1996).

O barro teve grande destaque como material de construΓ§Γ£o, por sua disponibilidade abundante em um paΓ­s de economia incipiente, por permitir construir com poucos recursos financeiros e mΓ­nima forΓ§a de trabalho especializada. AlΓ©m disso, naquele perΓ­odo, a forΓ§a de trabalho disponΓ­vel era escrava, o que determinou a tΓ©cnica com terra como mais apropriada, devido sua baixa complexidade de interpretaΓ§Γ£o e execuΓ§Γ£o (LEMOS, 1989).

Nas construΓ§Γ΅es litorΓ’neas, predominou a tΓ©cnica construtiva Γ  base de pedras, as cantarias, uma espΓ©cie de alvenaria de pedras argamassadas, devido ao tipo de solo local nΓ£o ser apropriado para as tΓ©cnicas com terra, por sua caracterΓ­stica arenosa. Outro fator determinante foi a oferta abundante de pedras e a produΓ§Γ£o da cal, a partir da calcinaΓ§Γ£o de blocos dos sambaquis, para a argamassa (LEMOS, 1989; KANAN, 2008).

Observa-se um primeiro conflito entre as tΓ©cnicas construtivas antigas vernaculares utilizadas no Brasil interior e litoral: o primeiro paradigma, a tecnologia Γ  base de terra crua, nΓ£o contemplou a soluΓ§Γ£o dos problemas climΓ‘ticos impostos pelo litoral, ocorrendo a mudanΓ§a cientΓ­fica para um segundo paradigma, a tecnologia de cantarias, neste caso, sem assimilaΓ§Γ£o de conceitos da tecnologia anterior.

Silva et al. (2019), ao comparar resultados de ensaios de caracterizaΓ§Γ£o de argamassas, com a histΓ³ria da construΓ§Γ£o da edificaΓ§Γ£o objeto de seu estudo, concluΓ­ram que se aplicaram tΓ©cnicas construtivas semelhantes Γ s utilizadas nos trΓͺs primeiros sΓ©culos, no Nordeste brasileiro, cuja falha no paradigma, a execuΓ§Γ£o de fundaΓ§Γ΅es sem impermeabilizaΓ§Γ£o, resultou em patologia construtiva, as umidades, caso que pode ser verificado em outras construΓ§Γ΅es locais de mesma tipologia.

No Brasil, as tecnologias de construΓ§Γ£o nΓ£o necessariamente sucederam umas Γ s outras, pois foram utilizadas diversas tΓ©cnicas construtivas em uma mesma edificaΓ§Γ£o. Comumente, a taipa de pilΓ£o e a taipa de mΓ£o eram utilizadas simultaneamente, associadas ao adobe para preenchimento de vΓ£os. O tijolo passou a ser incorporado posteriormente, sendo atΓ© hoje utilizado na maioria das construΓ§Γ΅es no paΓ­s. O concreto sΓ³ foi mais utilizado como mΓ©todo construtivo, a partir da arquitetura moderna, em meados dos anos de 1920 (LEMOS, 1996).

As edificaΓ§Γ΅es de terra crua, quando comparadas a tΓ©cnicas construtivas mais recentes, nΓ£o apresentavam estabilidade, resistΓͺncia e durabilidade satisfatΓ³rias, entretanto, se eficientemente protegidas da aΓ§Γ£o da umidade, por meio de beirais, poderiam resistir por longos perΓ­odos (LEMOS, 1989; PISANI, 2004).

Isto demonstra que as tecnologias construtivas antigas, naturalmente, apresentavam limitaΓ§Γ΅es, ou seja, as "anomalias" descritas por Kuhn (2006), acarretando que as soluΓ§Γ΅es construtivas observadas por Lemos (1986), constituΓ­das pela associaΓ§Γ£o de tais tecnologias, de modo que o conjunto de tΓ©cnicas supriu suas deficiΓͺncias individuais, gerou novo paradigma composto pela assimilaΓ§Γ£o associativa das metodologias.

As tΓ©cnicas antigas, diante Γ  IndustrializaΓ§Γ£o, aos poucos foram substituΓ­das pelos mΓ©todos tradicionais, fundamentados inicialmente em alvenarias estruturais, onde posteriormente foram inseridas estrutura e fundaΓ§Γ£o de concreto e aΓ§o, advento da invenΓ§Γ£o do cimento Portland em 1824, difundido em larga escala no Brasil em meados do sΓ©culo XX. A partir desta tecnologia, edifΓ­cios maiores e mais resistentes puderam ser erguidos (FEIBER, 2012; LEMOS, 1989), configurando novo paradigma.

As tΓ©cnicas construtivas contemporΓ’neas e de alta tecnologia, "High-Tech", se propΓ΅em a oferecer ao usuΓ‘rio espaΓ§os de mΓ‘xima eficiΓͺncia, em vez de espaΓ§os tradicionais, alterando mais uma vez o modelo construtivo (paradigma), entΓ£o vigente. Surgiram a partir dos anos de 1970, se baseaiam em aΓ§o, vidro, alumΓ­nio, titΓ’nio, etc. e se utilizam de sistemas, tecnologias e materiais industriais, em programas comerciais e residenciais urbanos (COLIN, 2013).

Dentre estas tecnologias atuais que tΓͺm por premissa o conforto, a comodidade e a seguranΓ§a ao usuΓ‘rio, se pode destacar a automaΓ§Γ£o residencial, a qual tem por objetivo integrar diferentes tecnologias a fim de se automatizar uma edificaΓ§Γ£o, com uso eficiente de energia elΓ©trica (GOMES; TEIXEIRA; MAIA, 2021).

O avanΓ§o tecnolΓ³gico na Γ‘rea da construΓ§Γ£o civil, associado a outros fatores, impactou o meio ambiente de modo negativo e levou a comunidade cientΓ­fica mundial a desenvolver metodologias construtivas sustentΓ‘veis.

A constante expansΓ£o das cidades, o crescimento da populaΓ§Γ£o e a ampliaΓ§Γ£o da infraestrutura atravΓ©s da construΓ§Γ£o de edificaΓ§Γ΅es, em cujo processo a construΓ§Γ£o civil desempenha importante papel, contudo, dicotomicamente, tambΓ©m gera algum tipo de poluiΓ§Γ£o (FARIAS; MARINHO, 2020).

Suscitada como nova teoria cientΓ­fica, a Bioarquitetura, contempla soluΓ§Γ΅es frente ao problema ambiental, pois Γ© o ramo da Arquitetura que visa Γ  harmonizaΓ§Γ£o das construΓ§Γ΅es com a natureza, de modo a gerar baixo impacto ambiental e reduΓ§Γ£o de custos operacionais, cujas construΓ§Γ΅es sΓ£o desenvolvidas com materiais naturais adaptados ao clima do local e tΓͺm como premissa a preservaΓ§Γ£o da natureza e a integraΓ§Γ£o entre o homem e o meio ambiente. Caracterizam-se pelo baixo consumo de energia, telhados com vegetaΓ§Γ£o, tΓ©cnicas construtivas simples e aproveitamento ao mΓ‘ximo dos recursos naturais, como iluminaΓ§Γ£o e ventilaΓ§Γ£o naturais (CAVALCANTE, 2018).

Esta nova teoria apresenta um viΓ©s de reintroduΓ§Γ£o das tΓ©cnicas construtivas antigas, como as com terra crua, em edificaΓ§Γ΅es contemporΓ’neas, com contexto atual e objetivo de gerar ambientes diferenciados e readaptar a aplicaΓ§Γ£o de materiais naturais com metodologias sustentΓ‘veis, o que se configura, mais uma vez, em uma nova teoria cientΓ­fica, neste caso, com assimilaΓ§Γ£o de conhecimentos anteriores, demonstrando a caracterΓ­stica cΓ­clica da estrutura cientΓ­fica descrita por Kuhn (2011).

IV. CONCLUSΓ•ES

Em resumo, as teorias cientΓ­ficas sofrem mudanΓ§as a partir do momento em que nΓ£o contemplam a soluΓ§Γ£o de problemas dentro de seu paradigma, cuja crise acarreta a ruptura deste modelo (incomensurabilidade), e sua substituiΓ§Γ£o por novo paradigma que os solucione, em que pode, ou nΓ£o, ocorrer a assimilaΓ§Γ£o de conceitos da teoria anterior.

Neste trabalho foi demonstrado que a partir deste conceito utilizado para explicar a mudanΓ§a cientΓ­fica no campo da Filosofia da CiΓͺncia, tambΓ©m se pode explicar tal fenΓ΄meno no campo da Tecnologia das ConstruΓ§Γ΅es, cadeira do curso de EdificaΓ§Γ΅es e, de modo anΓ‘logo, de outras disciplinas da EducaΓ§Γ£o Profissional, CientΓ­fica e TecnolΓ³gica, materializando a conexΓ£o interdisciplinar entre Conhecimento e PrΓ‘xis. AlΓ©m disso, foi observado que as mudanΓ§as de teorias cientΓ­ficas na Tecnologia das ConstruΓ§Γ΅es no Brasil, ocorreram, em parte, com assimilaΓ§Γ£o de conceitos anteriores e, parte, com ruptura total entre paradigmas.

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No external funding was declared for this work.

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The authors declare no conflict of interest.

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No ethics committee approval was required for this article type.

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Not applicable for this article.

How to Cite This Article

Gustavo da Silva Salles. 2022. "A Incomensurabilidade em Thomas Kuhn e a Educacao Profissional, Cientifica E Tecnologica: Um Ensaio Sobre Interdisciplinaridade e Pratica no Ensino de Tecnologia das Construcoes". Global Journal of Human-Social Science - G: Linguistics & Education GJHSS-G Volume 21 (GJHSS Volume 21 Issue G15).

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Crossref Journal DOI 10.17406/GJHSS

Print ISSN 0975-587X

e-ISSN 2249-460X

Keywords
Classification
GJHSS-G Classification FOR Code: 339999
Version of record
v1.2

Issue date
January 15, 2022

Language
Portuguese
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