## I. INTRODUÇÃO
Organização Mundial da Saúde (OMS, 2024) define a obesidade como o acumulo excedente de tecido adiposo, podendo provocar danos à saúde. Quando o indivíduo apresenta valores maiores ou igual ao índice de massa corporal (IMC) de $30 ~ \mathsf { k g } / \mathsf { m } ^ { 2 }$ é classificado como obeso. O sobrepeso e a obesidade se apresenta no Brasil de forma ascendente ocorrendo em todas as faixas etáriassegundo a pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de cirurgia bariátrica e metabolic (SBCBM, 2023), queidentificou aproximadamente 6,7 milhões de pessoas classificadas como obesas no país. Estudo realizado por MELO et al. (2020) observou que este fenômeno ocorre devido a diversos fatores, sendo eles fatores psicológicos, comportamentais, dentre eles: o estilo de vida, hábitos alimentares, sedentarismo, sono desregulado, genética, fatores socioeconômicos e políticos. Segundo o estudo de PENTEADO et al. (2022), a obesidade acomete o organismo provocando o surgimento e desenvolvi- mento de diversas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT's), sendo elas: diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares, hipertensão, acidente vascular cerebral e câncer. A obesidadeinterfere na qualidade de vida, promovendo dificuldadesna interaçãosocial, causando consequências na autoestima, dando inícioao desenvolvimento de depressão, podendo ocasionar a redução da expectativa de vida. (CASTANHA etal., 2018). O tratamento deve ser multidisciplinar, promovendo a mudança no estilo de vida e consumo alimentar (MELO et AI., 2020). Em 1970 ocorre o surgimento da cirurgia bariátrica, dando expectativas a população acometida pela obesidade grave, visando tratamento, promoção da perda e manutenção de peso, e por consequência melhora na qualidade de vida de acordo com a Sociedade Brasileira De Cirurgia Bariátrica E Metabólica (SBCBM, 2016). A cirurgia bariátrica é realizada para tratar casos de obesidade grave, para valores maiores de $40 \mathrm { k g } / \mathrm { m } ^ { 2 }$ de IMCou valores de $35 \mathsf { k g } / \mathsf { m } ^ { 2 }$ com a presença de comorbidades, tem por finalidade, reduzir o tamanho original do estômago e /ou alteração da absorção dependendo da técnica utilizada, tendo como consequência, a redução do consumo alimentar de forma quantitativa BRASIL (2021). De acordo com as pesquisas realizadas, destaca-se que após a realização do procedimento, alguns pacientes podem adquirir vícios ou distúrbios comportamentais, é de relevante importância o acompanhamento multidisciplinar antes e após procedimento cirúrgico a fim de tratar com antecedência possíveis alterações, como certas compulsões no consumo alimentar (ALDANA et al., 2023). Uma das preocupações que devem ser levadas em consideração após o procedimento é o risco do reganho de peso. De acordo com o estudo realizado por FERREIRA et al. (2023), $90\%$ dos pacientes bariátricos, apresentaram reganho de peso após 2 anos de procedimento.Neste contexto esta revisão sistemática apresenta como objetivo identificar as principais causas do reganho de peso pós cirurgia bariátrica.
Método: Para este estudoforam realizadas pesquisas em revistas e sites compiladores de artigos científicos sendo eles, Scielo, Pubmed, Capes. Esta revisão sistemática conferiu uma abrangência científica na língua portuguesa e inglesa, com o período delimitado referente a 2013 a 2023 sendo coletados vinte artigos, dos quais cinco descartados por serem inconclusivos ou incompletos.
Resultados: Na tabela 1 estão descritos quinze estudos que compõem essa revisão sistemática, dos quais foram avaliados 11.559 pacientes em pós cirurgia bariátrica com $84\%$ do gênero feminino e o tempo do início do reganho de peso ocorre em média após de 3 anos de procedimento.
Tabela 1: Sumário Dos Estudos E Resultados Encontrados
<table><tr><td>Autor/ Ano</td><td>N° De Pacientes
Envolvidos/ GÊnero</td><td>Desenho Do Estudo</td><td>Fatores Relacionados Ao Reganho De Peso</td></tr><tr><td>SILVA, R. F.
et.al.</td><td>N. 778</td><td>Revisão</td><td>Período de reganho de peso: 2 anos après a cirurgia.</td></tr><tr><td>2013</td><td>84%. Feminino</td><td></td><td>Principalis causas do reganho de peso: maiorconsumo energetico, distúrbios alimentares,sedentarismo, baixa taxa de metabolismo basal,dilatação da bolsa gástrica e anastomosegastrojejunal.</td></tr><tr><td>BASTOS, E. C.
L. et.al.</td><td>N.64</td><td>Transversal, prospective</td><td>Período de reganho de peso:5 anos(aftera cirurgia.</td></tr><tr><td>2013</td><td>89%. Feminino</td><td></td><td>% Reganho de peso: 28,1% dos casos, sendoestes,18 pacientes, que tiveram reganho de pesoapós a bariárica.</td></tr><tr><td></td><td></td><td></td><td>Principalis causas do reganho de peso: caractéricasdemograficas, antropométrica, fatores de estilo devida.</td></tr><tr><td>CAMBI, M, P, C.
et al.</td><td>N.48</td><td>Prospectivo nãorandomizzato</td><td>Período de reganho de peso: sem definição de tempode pós cirurgia. Pacientes geralmente abandonomotamento com a equipe multidisciplinar um ano aprèsa cirurgia.</td></tr><tr><td>2015</td><td>91% Feminino</td><td></td><td></td></tr><tr><td></td><td></td><td></td><td>Principalias causas do reganho de peso: Hábitos alimentares erróneos, sedentarismo, alto consumo de alcool, aumento dos diámetros da anastomose gastrojejunal, comprimento daolta gástrica.Períodode reganho de peso: 1 ano après a cirurgia.</td></tr><tr><td>ABREU, A. M. et al.2015</td><td>N.1100%. Fiminino</td><td>Estudo de caso</td><td>Principalias causas do reganho de peso:descontrolle alimentar, ausência de apoio familiar, alto consumo de bebidas alcólicas, sedentarismo.</td></tr><tr><td>SIQUEIRA, A. C.et al.2017</td><td>N.14891%. Fiminino</td><td>Estudo de caso</td><td>Períodode reganho de peso:5 anos(after a cirurgiaPrincipalias causas do reganho de peso: ansiedade, compulsão alimentar, fome em excesso, problemas famílias, descontrolle alimentar, fome noturna,consumo debebida alcólica</td></tr><tr><td>Autor/ Ano</td><td>N° De PacientesEnvolvidos/ Généro</td><td>Desenho Do Estudo</td><td>Resultado/Causas Do Reganho</td></tr><tr><td>KORTCHMARI,E. et al.2018</td><td>N.1765%. Fiminino</td><td>Pesquisa qualitativa</td><td>problemas pessoasis, angústia, insatisuação com o aumento de peso, depressão, desejo de perdier peso, compulsão por doces, alimentação irregular, compulsão por comida e compras, estresse, travaça com alimentos e consume em excesso e o fato de comer, vomitar e em seguida comer de novoPeríodode reganho de peso: 18 meSES a cirurgia.Principalias causas do reganho de peso: alimentação inadequada, ato de beliscar alimentos calóricos, altoconsumo de alcool.Observação: todos os participantes tiveram reganho de peso</td></tr><tr><td>ROLIM, F. F. A.et al2018</td><td>N.4276%. Fiminino</td><td>Longitudinal,retrospectivo e descritivo</td><td>Períodode reganho de peso: 2 anos a cirurgia.Principalias causas de reganho de peso: Sedentarismo, falta de accompanying multidisciplinar, apenas 44% dos pacientes tinkham accompanying medico,11,9% accompanying nutricional.%Reganho de peso: A média de reganho ponderal foide 22,3%. Os pacientes foram reganhando mais de 15,3% do pesominimo alcancado.Observações: devido ao estudo ter sido realizado comuma população de baixa renda, classificados em (D eE), teve como conssequência o desafio de estilode vida Saudável e adequado.</td></tr><tr><td>MACHADO, M,M et al.2019</td><td>N.12489%. Fiminino</td><td>Transversal longitudinal</td><td>Períodode reganho de peso: sem definição do tempo de pós cirurgia.Principalias causas do reganho de peso: Hábitos alimentares inadequados, alto consumo de alcool, sedentarismo, aumento do Consumo enerítico.</td></tr><tr><td>Autor/ Ano</td><td>N° De Pocientes
Envolvidos/ Généro</td><td>Desenho Do Estudo</td><td>Resultado/ Causas Do Reganhoo</td></tr><tr><td rowspan="2">MENEGOTTO, R, G et al. 2021</td><td rowspan="2">N.9.617 84%. Feminino</td><td rowspan="2">Revisão não sistémática</td><td>Tempo de reganhoo de peso: 1 a 2 anos antes a cirurgia bariárica</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: Sedentarismo, alto consumo de alimentos de alta calorie como fast-food, falta de alto monitoramento, fatores hormonais, secreção de hormônios gastrointestinais antes a cirurgia, como GIP e GLP-1, técnica cirúrgica, fatores psicológicos, como motivação interna, apoio social e estrategías para manutenção de perda de peso.</td></tr><tr><td rowspan="2">GEBARA S, S, T et al. 2021</td><td rowspan="2">N.16 75%. Feminino</td><td rowspan="2">Pesquisa Qualitativa</td><td>Tempo de reganhoo de peso: não especifica um periodo exato para o reganhoo de peso, mas menciona que antes 2 anos de operação, há prevalência de reganhoo de peso.</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: hábitos Alimentares, sedentarismo, fatores psicológicos como transtornos alimentares e comportamentos alimentares</td></tr><tr><td rowspan="2">BRANDÃO L, G, V, A et al. 2022</td><td rowspan="2">N.289 87%. Feminino</td><td rowspan="2">Observacional, transversal</td><td>Tempo de reganhoo de peso: 2 anos antes a cirurgia bariárica</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: Consumo excessivo de alcoul antes a cirurgia, dificuldade nos novos hábitos alimentares que os pacientes não sãoham antes (hábitos Saudáveis).</td></tr><tr><td rowspan="2">COSTA, A, C et al. 2022</td><td rowspan="2">N.107 93%. Feminino</td><td rowspan="2">Transversal</td><td>Tempo do reganhoo de peso: 3 anos antes a cirurgia.</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: Mesmo com as mudanças de outros hábitos alimentares, quase metade dos participantes affirmam que não aderiram a praticada de atividades fisicas.</td></tr><tr><td rowspan="2">TOLVANEN, L, et al. 2023</td><td rowspan="2">N.16 25%. Masculino 75%. Feminino</td><td rowspan="2">Transversal</td><td>Tempo de reganhoo de peso: Em torno de 2,6 anos antes a cirurgia.</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: Conhecimento nutricional insufficiente, falta de apoio e ferramentas para fazer o reganhoo de peso.</td></tr><tr><td rowspan="2">FURTADO. A, T et al. 2023</td><td rowspan="2">N.217 75%. Feminino</td><td rowspan="2">Observacional</td><td>Tempo de reganhoo de peso: 5,2 anos antes a cirurgia bariárica</td></tr><tr><td>Causas do reganhoo de peso: Transtornos de compulsão alimentar, depressão e ansiedade.</td></tr><tr><td rowspan="2">SANTOS, A. L. et al. 2023</td><td rowspan="2">24,9%. Masculino N.75 100%. Feminino</td><td rowspan="2">Coarte retrospectivo</td><td>Tempo de reganhoo de peso: 48 meSES antes a cirurgia bariárica.</td></tr><tr><td>Causas dos reganhoo de peso: fatores comportamentais, falta de accompanying da equipe multidisciplinar, sedentarismo e alterações metabólicas e hormonais.</td></tr></table>
## II. DISCUSsÃo
Estudos selecionadossalientam que o reganho de peso após a cirurgia bariátrica se compõem em umafase complexa, podendo ocorrer em diferentes períodos após cirurgia. O paciente pode sofrer com o reganho de peso em um período de 1 ano a 5 anos tendo a média de 3 anos após o procedimento. É de extrema necessidadeo acompanhamento continuo à longo prazo e individualizado por equipe multidisciplinar. Os estudos indicam como principais causas relacionadas ao reganho de peso: erros comportamentais (alimentares e falta de atividade física) e fatores psicológicos. Evidenciam que o reganho de peso é algo comum, eapontaramumarecuperação de peso notável em alguns pacientes e enquanto em outros ocorrem perda de peso a longo prazo bem-sucedida. Diversos fatores afetam e prejudicam o paciente no reganho de peso, o tempo após cirurgia é primordial, podendo afetar qualidade de vida e sua saúde físicae salientam que o reganho de peso pode ocorrer de forma antecipada a lenta. De acordo com ABREU et al. (2015), KORTCHMARI et al. (2018) e MENEGOTTO et al. (2021), o reganho de peso aconteceu de forma antecipada entre 12 à 18 meses. JáSILVA et.al. (2013), ROLIM _et al. (2018), MENEGOTTO(), BRANDÃO(), COSTA et al, (2022) e TOLVANEN et al. (2023), especificam que o reganho de peso aconteceu entre o período médio de 2 a 3 anos. Enquanto SANTOS et al. (2023), BASTOS et al. (2013), SIQUEIRA et al. (2017) e FURTADO et al. (2023) informam que o reganho de peso ocorreu de forma lenta entre entre 4 a 5 anos. MACHADO et al. (2019) e CAMBI et al. (2015) não classificaram o período de reganho de peso após a cirurgia bariátrica, enquanto GEBARA et al. (2021) não informa o período exato de acompanhamento em seu estudo de reganho de peso após a cirurgia bariátrica.Os pacientes pós cirurgia bariátrica enfrentam vários desafios relacionados ao reganho de peso, diversos e complexos fatores favorecem a este fenômeno. Os artigos científicos selecionados para este estudo, enfatizam estes elementos, evidenciando os principais desafios para o reganho de peso. Fatores comportamentais como ocomportamento alimentar praticado de forma inadequada de se alimentar, podemcontribui para o reganho de peso, dentro destes comportamentos a escolha por alimentos não saudáveis,a dificuldade no controleda velocidade do consumo alimentar, além de não realizar atividade física regular. Todos esses fatores favorecem o reganho de peso indesejado. Outrosfatores cruciais para as causas do reganho de peso, são os fatores psicológicos como: distúrbios alimentares, alto consumo de bebidas alcoólicas, fome excessiva, fome noturna e falta de monitoramento.A depressão e a ansiedade são citadas como fatores relevantes que podem contribuir para o reganho de peso de acordo com SILVA etal. (2013), CAMBI et al. (2015), ABREU et al (2015), SIQUEIRA et al. (2017), KORTCHMARI et al. (2018), MACHADO et al. (2019), MENEGOTTO et al. (2021), GEBARA et al. (2021), BRANDÃO et al. (2022) e FURTADO et al. (2023).Segundo os estudos de SiQUEIRA et al. (2017), MENEGOTTO et al. (2021) e SANTOS et al. (2023) Outros fatores são contribuintes ao reganho de peso, como por exemplo os fatores metabólicos e hormonais como a fome em excesso e a secreção de hormônios gastrointestinais (como GIP e GLP-1) após a cirurgia. Fatores relacionados à técnica cirúrgica são evidenciados como: dilatação da bolsa gástrica e anastomose gastrojejunal, podem afetar e contribuir ao reganho de peso a longo prazo(SILVA etal., 2013) e (CAMBI et al., 2015). Fatores ao apoio social, grupais e estratégias para a manutenção de perda de peso,é um suporte fundamental, e a falta de apoio familiar e problemas familiares prejudicam a perda de peso (ABREU et al., 2015) e (SIQUEIRA et al., 2017).O acompanhamento da equipe multidisciplinar, associada ao conhecimento nutricional e as ferramentas de suporte são primordiais para evitar o reganho de peso. Nos estudos avaliados, apenas $44\%$ dos pacientes tinham acompanhamento regular com a equipe médica e $11\%$ acompanhamento nutricional. O conhecimento nutricional insuficiente, falta de apoio profissional e de ferramentas para evitar o reganho de peso, também contribuíram com o insucesso do procedimento realizado (BASTOS et al., 2013), (ROLIM et al., 2018), (MENEGOTTO et al., 2021), (TOLVANEN et al., 2023) e (SANTOS et al., 2023). Em resumo, os principais fatores de reganho de peso identificados pelos autores incluem: hábitos alimentares inadequados, sedentarismo, consumo excessivo de álcool, descontrole alimentar, fatores psicológicos (como ansiedade e depressão), falta de apoio familiar, alterações metabólicas e hormonaise dificuldade em manter novos hábitos saudáveis após a cirurgia. Esses fatores variam entre os estudos, mas destacam a importância de abordagens multidisciplinares para prevenir o reganho de peso após cirurgia bariátrica.
## III. CONCLUSÃO
O acompanhamento de equipe multidisciplinar para o paciente pós cirurgia bariátrica é essencial, através desse suporte o paciente receberáorientações do consumo alimentar,suporte psicológico e psiquiátrico, além de intervençõesmédicas clinicas ou cirúrgicas se necessário. Desta forma será possível a manutenção da perda do peso e a melhora da qualidade de vida como efetivosucesso da cirurgia bariátrica, deve-se enfatizar que para obtenção do sucesso da perda e manutenção do peso pós cirurgia bariátrica, o paciente deve ter a consciência de buscar mudança no estilo de vida e optar por boas escolhas ao decorrer da vida.
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How to Cite This Article
Amanda Barbosa Cavalcanti. 2026. \u201cFactors Involved In Weight Gain After Bariatric Surgery\u201d. Global Journal of Medical Research - K: Interdisciplinary GJMR-K Volume 24 (GJMR Volume 24 Issue K3): .
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