This text aims to demonstrate how social relationships and human behaviors are brought up by the doctor and writer Moacyr Scliar in his texts about football. Among the various textual genres produced by the author, chronicles stand out, short narratives with everyday themes in which humor, reflection and irony underlie. The main objective of this text is to identify how the author uses football in association with human behaviors and considerations about health.
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Lemuel de Faria Diniz. 2026. \u201cFootball in the Chronicles of Doctor Moacyr Scliar\u201d. Global Journal of Human-Social Science - A: Arts & Humanities GJHSS-A Volume 24 (GJHSS Volume 24 Issue A6): .
## I. INTRODUÇÃO
: oacyr Scliar nasceu em Porto Alegre, em 1937. Graduado em Medicina, trabalhou como médico especialista em saúde pública e professor universitário, ocupando a cadeira Medicina e Comunidade da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre. Seu primeiro livro, de 1962, é inspirado em suas experiências como estudante de medicina. Como um dos escritores brasileiros mais consagrados e representativos na literatura brasileira contemporânea, esse autor não se limitou a um único gênero textual, produzindo mais de setenta livros, como ensaios, contos, romances, ficções infanto-juvenis e crônicas. Os resultados do seu trabalho foram inúmeras premiações conquistadas, reconhecido quatro vezes com o "Prêmio Jabuti" (1988, 1993, 2000 e 2009). É o sétimo ocupante da Cadeira no 31 da Academia Brasileira de Letras eleito em 31 de julho de 2003. Suas obras foram publicadas em mais de vinte países, foi colaborador em reconhecidos órgãos de imprensa e atuou como cronista, no Correio Braziliense, de 2006 a 2011. Foi cronista também no jornal porto-alegrense Zero Hora.
Scliar escreveu durante seus últimos anos de vida em colunas de jornais, tratando de assuntos polêmicos e amados pela nação brasileira - como o futebol. Procurou-se compilar o máximo possível de crônicas que abordam de alguma forma esse esporte, mas como o autor escrevia crônicas semanalmente, é bem possível que alguma delas não tenha sido encontrada. O correto é que algumas delas foram encontradas em livros, outras ainda não foram publicadas, estando apenas em sites, como os do jornal Zero Hora, de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul.
Nessa pesquisa observou-se que a maioria das crônicas sobre futebol foram inspiradas em notícias de jornais. Funciona assim: antes da crônica começar propriamente, Scliar transcreve a notícia que o inspirou a elaborá-la. Nesse artigo, de todas as crônicas sobre futebol, as únicas que não foram inspiradas em notícias de jornais são "Falemos de feios famosos" e "A numerologia de 2011".
## II. O TIMe dO CORAÇÃO DE SCLIAR
Em suas crônicas, o autor aborda o esporte de forma bem-humorada. Sua história com o esporte surgiu em Porto Alegre, cidade natal, na qual, segundo o autor, em sua obra "Porto de Histórias", existe a maior rivalidade do futebol brasileiro entre os times Grêmio e Internacional. Nesse livro, além de apresentar o espaço ocupado no RS por esportes como a equitação e o kart, Scliar apresenta o histórico da origem e desenvolvimento dos referidos times. Essa divisão, portanto, transcende as barreiras esportivas e torna-se uma oposição cultural e política. Em sua postura humanista, o escritor aproveita para lembrar que o Grêmio foi um time que demorou para aceitar contratar jogadores negros. Sabe-se que no Estado do Rio Grande do Sul os times mais populares são o Grêmio e o Internacional. Por isso, é de se estranhar que ele, como gaúcho, torça para o desconhecido Sport Club Cruzeiro. Mas no texto se percebe que isso deve ao fato de que o escritor foi influenciado por seus familiares mais próximos (SCLIAR, 2000, p. 150-154).
Ao que parece, Scliar não renegava a sua paixão por esse time, tanto que alguns anos antes da sua morte (2011), o autor escreveu a crônica "Madonna e a Cabala" no site do Correio Braziliense, em 2008. Esse texto não tem como objetivo principal falar do futebol, pois o foco é fazer uma reflexão sobre os novos adeptos da Cabala, como a pop star Madonna.1 Porém, mesmo assim, o escritor acaba tangenciando a temática do futebol, nesses termos:
Apesar da crise, um fim-de-ano para ninguém botar defeito: Ronaldo no Corinthians, Roberto Carlos e Rita Lee juntos no palco e, claro, Madonna, uma turnê mais esperada que a de Frank Sinatra, que durante anos prometeu vir ao Brasil (e no final veio mesmo). É a glória dos veteranos, sobretudo a glória de Madonna que, aos 50 anos, não cessa de surpreender os fãs. Isto aconteceu inclusive quando ela aderiu à Cabala, corrente mística judaica que inclui uma peculiar concepção do universo e uma curiosa numerologia, baseada no fato de que, no hebraico antigo, havia uma correspondência entre letras e números. Assim, o número 18 era um número da sorte porque corresponde às letras que formam a palavra "hai", vida. Num caso, ao menos, a regra não funcionou. Estou falando do tradicional Esporte Clube Cruzeiro (de Porto Alegre, não de Minas) um time pequeno que tinha, segundo o folclore portoalegrense, 18 torcedores (incluindo este colunista e seu pai). Apesar do número da sorte, o Cruzeiro nunca ganhou um campeonato, para desgosto dos 18. De qualquer modo, a Cabala sempre teve adeptos, sobretudo, como observa Gershom Scholem, grande estudioso do tema, no fim da Idade Média, quando a modernidade bagunçou velhas crenças e estruturas.
Além de relembrar o seu time preferido e os desastres por que ele sempre passou, Scliar insere a temática da abrangência da Cabala no mundo pop. Ao mencionar o atacante Ronaldo, Scliar já permite antecipar que o jogador mais citado nas crônicas é o próprio Ronaldo, conhecido como o "Fenômeno", devido a sua força, talento e agilidade. As crônicas em que ele é lembrado são "Falemos de feios famosos" e $^ { 11 } \bigcirc$ desabafo da balança", inseridos no livro A banda na garagem. Esse livro foi organizado pela professora Regina Zilberman, nele ela compilou algumas das crônicas publicadas por Scliar no jornal Folha de São
Paulo. É um livro póstumo. No primeiro texto mencionado, Ronaldo é declarado um feio que desperta muito interesse nas mulheres. Lê-se, assim, o início do referido texto:
Em época de Copa do Mundo, só se fala em futebol, visto inclusive pelos aspectos mais inusitados. Entrem, por exemplo, no site www.uglyfootballers.com e vocês encontrarão uma seleção dos jogadores mais feios do mundo. Ali estão, por exemplo, Carlos Valderrama, da Colômbia, e Diego Maradona, da Argentina. O Brasil está representado por dois craques: Sócrates (que nisto equivale a seu homônimo filósofo; ver mais adiante) e Ronaldo Nazário. Agora, a pergunta: mesmo que Maradona e Ronaldo sejam feios (e muitas mulheres discordarão disso) será que o detalhe tem importância?
## III. FUTEBOl E RELACIoNaMENTOS HUmanOs
Percebe-se que Scliar associa o futebol aos comportamentos humanos, fazendo com que seu leitor reflita sobre suas formas de relacionamento com outro e com si mesmo. Além do próprio esporte, as notícias e textos jornalísticos são base para as crônicas do autor. Acredita-se que Scliar procurava encontrar nas notícias de jornais os relatos sobre relacionamentos interpessoais saudáveis ou relacionamentos que, ainda que não fossem saudáveis, poderiam servir de base para reflexão sobre como melhorar as interações humanas. Nesse sentido, como já foi dito, ao início de cada narrativa, Scliar transcreve a o fato noticiado que inspirou sua crônica.
Na crônica "Namoro & Futebol" publicada em setembro de 2005, na Folha de São Paulo, o autor faz uma analogia entre uma partida de futebol e o romance entre dois adolescentes na escola, assim como na crônica "Futebol e testosterona", o relacionamento entre homem e mulher também é associado ao futebol. Nessa última crônica se aborda a história de Alfredo, indivíduo que acreditava que "um bom time e um bom casamento fazem a felicidade de qualquer homem". Ele era um craque em seu time, até que foi demitido por causa da implicância do novo presidente da equipe. Logo foi convidado para jogar pelo time rival, mas perdeu a motivação e passou a ter dificuldades em campo. Para piorar, "na vida conjugal também começou a ter dificuldades. Seu desempenho na cama sempre fora impecável, mas agora simplesmente perdera a vontade" (SCLIAR, 2014, p. 38-39). Nesse momento percebe-se a vinculação entre o futebol e a testosterona, conforme está sinalizado no título da crônica scliariana:
Joana, mulher compreensiva, não lhe cobrava nada, mas certamente estava preocupada. Foi então que leu a notícia sobre o trabalho dos pesquisadores britânicos acerca da testosterona em jogadores de futebol. Mulher informada, inteligente, deu-se conta de que ali poderia estar a solução. E estava. Por sugestão dela, Fredinho voltou a jogar no estádio de seu antigo time. Faz isso na calada da noite, com a cumplicidade do zelador, amigo de longa data. Sob a luz do luar, ele adentra o gramado, fardado e com a bola; corre pelo gramado, sozinho, como se estivesse numa partida de verdade, como se ouvisse a torcida aplaudindoo. O que o emociona até as lágrimas. E acaba marcando um gol de placa. Depois, volta para casa, onde Joana o espera. Testosterona lá em cima, eles de imediato vão para a cama. E aí é outro gol de placa. (SCLIAR, 2014, p. 38-39)
Já na crônica "Futebol e concorrência" (SCLIAR, 2014, p. 16-17), Scliar associa o esporte com o relacionamento entre dois homens. O entendimento do leitor sobre suas associações se dá pelo uso das figuras de linguagem. Contudo, há três que possuem destaque em suas crônicas: metáfora, metonímia e ironia.
A metáfora e a metonímia são processos de natureza diferente. A metáfora é principalmente um modo de conceber uma coisa em termo de outra, e a sua função primordial é a compreensão. A metonímia, em contraponto, tem principalmente uma função referencial, bem como a função de propiciar o entendimento (SARDINHA, 2007). A ironia busca caminhos nada convencionais para estabelecer um equilíbrio entre o ethos atual e o ethos passado de quem se conta. Tal encontro pode ser também movido pelo desejo de que o conteúdo da escrita do sujeitonarrador funcione como um desabafo e o encontro (quase que psíquico-clínico) de seus dois eus (o eu do passado e o eu do presente) lhe traga um sentimento de coerência em um mundo incoerente. A utopia de um eu ou sujeito único parece estar na base de muitas narrativas de vida (MACHADO, 2014).
No livro A colina dos suspiros, Scliar narra sobre a cidade de Pau Seco, a qual possui dois times de futebol que seguem em conflito há anos: Pau Seco Futebol Clube e o União e Vitória. Os dois times são a paixão e a rivalidade da cidade. Sustentado pelas figuras de linguagem, tal qual a comparação, a metáfora, anteriormente citada, na referida obra o autor explora a ironia: tentando salvar o estádio de futebol da cidade para não se transformar em um cemitério. Já na crônica "O juiz no divã", Scliar usa o futebol como caminho para a autorreflexão, fazendo com que seu leitor repense no seu relacionamento com si mesmo e os conflitos internos que enfrenta, narrando a história de um juiz que, possivelmente, apita seus jogos com base em traumas pessoais. Na crônica "Odeio Futebol" publicada na Coluna Donna do Jornal Gazeta, o autor aborda o patriotismo:
Dizer que futebol é patrimônio do Brasil é uma grande imbecilidade, o patrimônio deveria ser a Educação e a qualidade de vida. Chega de Pão e Circo!" E a proclamação termina com uma frase de Millôr Fernandes: $^ { 11 } \bigcirc$ futebol é o ópio do povo e o narcotráfico da mídia". A comunidade "Odeio futebol" nos faz lembrar a Liga Contra o Futebol, fundada pelo grande escritor Lima Barreto em 1919. Para ele, o esporte era coisa do colonialismo inglês, uma atividade racista (de fato, jogadores negros foram eliminados da seleção que em 1921 foi jogar na Argentina). (Coluna Donna, Jornal Gazeta).
Inserida na abordagem do patriotismo, Scliar aborda a temática em outros escritos, como "O patriotismo ao alcance de todos", artigo o qual escreveu para o Jornal Zero Hora (RS) 18/11/2007, também publicado na página da Academia Brasileira de Letras.
As pessoas precisam do patriotismo, porque isso significa uma participação grupal, significa a afirmação de uma identidade nacional. Dá prova disso a emoção que sentimos quando, no Exterior, ouvimos alguém falar a nossa língua, ou escutamos, através de um alto-falante qualquer, Garota de Ipanema. Muitas vezes vibrei quando vi nossa bandeira, com suas estrelas de cinco grandezas e seu lema positivista. Mas a vez em que mais vibrei foi quando, assistindo à famosa maratona de Nova York, vi passar um corredor enrolado no auriverde pendão da nossa terra. E quando ele me abanou, sorridente (era daqui de Porto Alegre) foi a glória. Era a Independência, a República e todos os feriadões do mundo juntos. Academia Brasileira de Letras.
Nesse sentido, o autor traz suas considerações sobre o patriotismo, algo criticado por ele. Cornelsen (2014) aborda os elementos da música e futebol integrados na literatura brasileira. O autor cita que música e futebol se aliarão ao longo do século XX no Brasil, em parcerias muito felizes, envolvendo nomes como Ary Barroso, Lamartine Babo, Wilson Batista, Lupicínio Rodrigues, Tom Zé, Gonzaguinha, João Bosco, Jorge Ben Jor, Paulinho Nogueira, Aldir Blanc, Chico Buarque, e tantos outros, verdadeiros mestres em exaltar a paixão nacional. E a elas se juntará a literatura, seja em romances, contos, poesias e crônicas, através de escritores como Carlos Drummond de Andrade, José Lins do Rego, Nelson Rodrigues, Paulo Mendes Campos, João Cabral de Melo Neto, Alcântara Machado, Vinícius de Moraes, Carlos Heitor Cony, Edilberto Coutinho, Luis Fernando Veríssimo, Moacyr Scliar, Roberto Drummond, entre outros.
Cornelsen cita o sociólogo português António da Silva Costa, o qual idealiza que $^ { " } 0$ futebol é uma das principais chaves de leitura de nossa sociedade. E tudo isso é facilitado, sobretudo, pela natureza profundamente simbólica desse esporte e por seu funcionamento eminentemente ritualístico". Justamente no que tange o seu caráter ritualístico, encontramos espaço para uma discussão transdisciplinar que envolve os âmbitos da literatura, da música e do futebol a partir do estudo de letras de hinos de clubes futebol.
Em se tratando da relação entre música e futebol, há a crônica "A vuvuzela como sonho", inserida no livro A banda na garagem. Nesse texto, Scliar ficcionaliza a história de um sujeito que apreciava a vuvuzela, acessório que marcou presença nos jogos da
Copa do Mundo do ano de 2010. Seguem os excertos desse texto:
Desde criança, seu maior desejo era tocar um instrumento musical. E bem que tentou. Com o apoio dos pais, fez primeiro aulas de piano. Sem resultado: a professora mandou-o embora, dizendo que ele não tinha o menor futuro naquele instrumento. Seguiu-se o violino, a harpa, o fagote. Nada. Por sugestão da mãe, partiu para o popular: violão, cavaquinho. Inútil. Não conseguia tocar coisa alguma, nem mesmo pandeiro. Aos treze anos, considerava-se um completo fracasso, alguém que teria de renunciar aos sonhos e conformar-se com a dura realidade. Foi então que descobriu a vuvuzela. [.] Pela primeira vez estava fazendo música, ou algo que considerava como música. E, para isso, não precisava de professor nem de partituras. Bastava-lhe a vontade de fazer soar aquela coisa, e essa vontade não lhe faltava nunca. Freddie Maake, o inventor da vuvuzela, transformara-se em seu ídolo. (SCLIAR, 2014, p. 10-12)
Esse fragmento serve para mostrar o quanto Scliar está ciente das associações entre música e futebol. Scliar compõe suas crônicas com muita inteligência e sensibilidade, sabendo que na associação entre artes diferentes surgem novas reflexões para o homem do século XXI.
## IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A maioria das crônicas sobre futebol foram inspiradas em notícias de jornais. Isso porque, tão dinâmico quanto o futebol, são as crônicas. Se os anúncios e os resultados das partidas em jornais acontecem quase que "em tempo real", as crônicas seguem esse ritmo. Ambos o esporte e as crônicas são repletos de dinamicidade. O jogador mais citado nas crônicas é Ronaldo. As crônicas em que ele é lembrado são "Falemos de feios famosos" e "O desabafo da balança". Ultimamente, esse atleta foi um dos que mais alcançaram as páginas de jornais pelo seu destaque como jogador multicampeão, empresário e comentarista esportivo. Nesse artigo, de todas as crônicas sobre futebol as únicas que não foram inspiradas em notícias de jornais são "Falemos de feios famosos" e "A numerologia de 2011". Isso aponta para a associação entre futebol e jornal na elaboração dos textos de Scliar. Nas crônicas do escritor gaúcho quando se fala de futebol a lembrança da infância comparece, principalmente quando Scliar relembra o início do seu apreço pelo time portoalegrense do Cruzeiro, seu time favorito.
Nessa conclusão, ainda pode-se mencionar que Scliar associa o futebol - ou o coloca como pano de fundo - para promover/fazer refletirmos sobre o relacionamento entre homem e mulher, como em "Futebol e testosterona" e em "Namoro & Futebol". Há duas crônicas nas quais objetos usados por torcedores/jogadores de futebol ajudam a pensar o mundo em seus pormenores, como em $^ { 11 } \bigcirc$ desabafo da balança" e "A vuvuzela como sonho".
[^1]: Um olhar sobre as crônicas de Moacyr Scliar permite perceber que, em se tratando de celebridades da música pop, o escritor eventualmente mencionava alguns nomes. Grande parte dessas personalidades são lembradas no livro A língua de três pontas: crônicas e citações sobre a arte de falar mal. Desse modo, no livro A língua de três pontas, Scliar cita frases de celebridades da música pop, como Bob Dylan (2001, p. 81, 115, 138), Mick Jagger (2001, p. 111, 140), John Lennon (2001, p. 81) e Frank Zappa (2001, p. 114). Porém, no referido livro, o escritor gaúcho apenas lista frases ditas por esses famosos; Scliar não os inclui no conteúdo/nas argumentações das suas crônicas. no conjunto das crônicas de Scliar, Michael Jackson é lembrado apenas nesse texto, mas ele não é lembrado como um importante músico da cultura pop - antes, esse artista é lembrado apenas por sua doença. Já a situação de Madonna é bem diferente, pois o escritor gaúcho lhe dedica mais tempo em suas crônicas. _(p.2)_
This text aims to demonstrate how social relationships and human behaviors are brought up by the doctor and writer Moacyr Scliar in his texts about football. Among the various textual genres produced by the author, chronicles stand out, short narratives with everyday themes in which humor, reflection and irony underlie. The main objective of this text is to identify how the author uses football in association with human behaviors and considerations about health.
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