## I. INTRODUÇÃO
mortalidade, é considerado um problema de saúde de grande importância, visto que é o quarto tipo de câncer mais incidente no mundo e o segundo tipo que mais causa mortes (Baú et al.,2013) Pandurocorreaet al., 2020, Machlowskaet al., 2020). São designadas como adenocarcinoma as células origináriasdo epitélio glandular que apresentam $95\%$ de malignidade (Yakirevich; Resnick, 2013) O desenvolvimento do câncer gástrico é multifatorial, envolvendo tantos aspectos ambientais como genéticos. Tais fatores colaboram para a alteração da mucosa gástrica, e a substituição das células normais do estômago por células indiferenciadas, levando ao surgimento da doença (Baú et. al., 2013, Gonçalves et al 2022). Tornando-se a quarto neoplasia mais comum no Brasil entre homens e o sexto entre as mulheres, os tumores gástricos têm baixa expectativa de rastreamento, tornando o diagnóstico mais tardio e em fases mais avançadas da doença gerando um prognóstico ruim devido à impossibilidade de protocolos quimioterápicos atingirem a remissão completa da doença. (ZILBERSTEIN et al., 2013). Segundo Thoresen et al., (2002), 50 a $90\%$ dos pacientes com câncer apresentam perda de peso e desnutrição, e a alta incidência de desnutrição se deve à localização do tumor. Diante de todas estas dificuldades de tratamento, a indicação cirúrgica na presença do adenocarcinoma gástrico passa a ser o principal tratamento com alta probabilidade de cura. Em alguns casos, para ressecção completa do tumor é necessário a retirada completa ou parcial do estômago. Os pacientes submetidos a esse tipo de ressecção podem apresentar alterações fisiológicas, que podem agravar progressivamente seu estado nutricional, como: síndrome de dumping, menor digestão proteica, redução na absorção de B12 e má absorção intestinal. Levando a um estado de desnutrição grave (INCA 2015; Laffite et al., 2015). Segundo Waitzber DL. (2004) pacientes que realizavam gastrectomia, iniciam a ingestão oral durante três a sete dias do pós-operatório, sendo comum o jejum prolongado em operações abdominais. Segundo estudos de Oliveira AR (2007) e Megan et al. (2011) a alimentação precoce até 48h pósoperatório pode ser benéfica, por promover uma recuperação mais acelerada e diminuir as complicações infecciosas. A reintrodução precoce da dieta é considerada segura, e pode acelerar a cicatrização, protegendo a anastomose de complicações, reduzindo o tempo de internação. O jejum prolongado, caracterizado por mais 24 horas sem administração de nutrição, seja ela por via parenteral, enteral ou oral, favorece mudanças no metabolismo, como: diminuição da massa muscular, que é um risco no aumento de complicações e tempo de internação (Tartari; Pinho 2011, Lieffers et al. 2012, Gustafsson et al. 2012). A carência prolongada de alimentos na luz intestinal gera atrofia de mucosa, podendo romper a barreira intestinal e promover a translocação bacteriana (Laffite et al., 2015). A desnutrição e a perda de peso são problemas comuns em pacientes oncológicos, uma vez que a fisiopatologia do câncer gástrico, acarreta uma cascada de sintomas (Zhang Y et al, 2019), geralmente associado a redução de ingestão alimentar (jejum prolongado, déficit energético), má absorção dos nutrientes, caquexia, consequência do grau da doença de base, além de complicações pós-cirúrgicas como: fístula e deiscências (Souza et al., 2017, Zhang Y et al, 2019). O monitoramento do estado nutricional no pósoperatório deve ser considerado no hospital e após a alta, especialmente após cirurgia no trato gastrointestinal superior, pois a ingestão oral normal de alimentos é diminuída durante vários meses (Wobith, Weimann, 2021). A dieta via oral deve ser modificada e adaptada às preferências e necessidades do paciente para manter a ingestão adequada de todos os nutrientes, minimizando a perda de peso e a piora clínica no pré e no pós-operatório, principalmente em condições adversas como diarreia, constipação, plenitude, mucosite, náuseas, entre outros. (INCA, 2015). A síndrome de dumping é um conjunto de sinais e sintomas que surgem logo após as refeições (Tack, Deloose. 2014), sendo provavelmente, a mais comum das síndromes em pacientes que passam por algum tipo de gastrectomia, tendo uma prevalência de até $50\%$ em pacientes com gastrectomias parciais. (Loss, et al, 2014). Os sintomas da síndrome de dumping, podem ocorrer cerca de 10 a 30 minutos após a ingestão da refeição, levando a sintomas como dor e distensão abdominal, borborigmo, náusea, diarreia, e sintomas vasomotores, como fadiga, desejo de deitarse após as refeições, rubor, palpitações, transpiração, taquicardia, hipotensão e, raramente, síncope. (Tack, et al, 2009). A terapia nutricional no tratamento síndrome de dumping, deve leva em consideração retarda o esvaziamento gástrico, mudanças simples na dieta como, realização de até 6 refeições dias, com menores volumes de alimento, evitar o consumo de líquidos durante as refeições (até 30 minutos após a refeição), evitar o consumo de açúcares simples e produtos lácteos, consumo de proteínas para compensar o redução do consumo de carboidratos e consumo de fibras, demonstraram promover um tempo de trânsito intestinal mais longo (Hui; Dhakal; Bauza, 2023)
Ao avaliar a conduta mais eficaz para o bemestar e qualidade de vida dos pacientes submetidos ao processo cirúrgico de gastrectomia, esta revisão sistemática tem como objetivo analisar os fatores determinantes benéficos na intervenção e manejo nutricional no tratamento de pacientes com adenocarcinoma gástrico.
## II. MÉTODO
O presente estudo foi realizado a partir de pesquisas nas bases de dados PubMed, LILACS e SciELO, publicados entre os anos de 2011 e 2023 nos idiomas inglês, português e espanhol. Foram utilizados OS seguintes descritores em português: adenocarcinoma gástrico, gastrectomia, terapia nutricional oral com ênfase no pós-operatório, descritores em inglês: gastric adenocarcinoma, gastrectomy, oral nutritional therapy withem phasison the postoperative period e descritores em espanhol: adenocarcinoma gástrico, gastrectomia, terapia nutricional oral com ênfase no pós-operatório. Para a seleção dos artigos foram estimados os seguintes critérios de inclusão: artigos publicados na íntegra, sendo uma revisão bibliográfica, revisão sistematizada, meta-análise e ensaio clínico com abordagens focadas na terapia nutricional em pacientes com adenocarcinoma gástrico submetido à gastrectomia. Como critérios de exclusão: Teses, dissertações e publicações não condizentes à temática do trabalho.
## III. RESULTADOS
Deste modo dos 38 Artigos pesquisados,foram identificados 8 estudos que atenderam os critérios de inclusão, envolvendo: o manejo nutricional pós cirurgia de gastrectomia em pacientes com adenocarcinoma gástrico. Os estudos analisados atenderam 963 pacientes com tempo médio de 10 meses de estudo. Na tabela 1 estão descritos os estudos que compõem essa revisão sistemática.
Tabela 1: Sumário Dos Estudos E Resultados Encontrados
<table><tr><td>Estudo</td><td>Pacientes
Tempo De Estudo</td><td>Intervenção Nutricional</td><td>Desfecho/Resultado</td></tr><tr><td>Hoon Hur MD et al. (2011)</td><td>N.54
Grupo alimentação: 28
Grupo controle: 26
Tempo:7 meSES</td><td>Grupo de alimentação: dieta líquida no segundo dia de pós-operatório e dieta pastosa a partir do terreiro dia até o dia da alta;
Grupo controle: dieta líquida no quarto dia de pós-operatório.</td><td>Duração da hospitalização (P = 0,044) e o tempo até flatos (P = 0,036) no grupo inicial diminuíram significativamente TAXAS de morbidade, sintomas pós-operatórios e escalas de dor, sem diferências significativas.
Escores de qualidade de vida diminuíram significativamente na fatIDA (P = 0,007) e nas náuseas e vômitos (P = 0,048) imeditamente aparece a operação noroupode alimentação precoce.</td></tr><tr><td>Jeong et al. (2013)</td><td>N. 170
Grupo caso: 74
Grupo controle: 96
Tempo:6mês</td><td>Grupo de estudo: nutrência oral pós-operatória precoce;
Grupo controle: nutrência pós-operatória oral às 3-a 4 dias de jejum.</td><td>Grupo de estudo:
Menor tempo de internação; Melhor aceitaçao da dieta em curto periodo;
Aceitaçao de mais de 1/3 da dieta ofertada precoce-mente sem efeitos adversos; apenas, 11% apareceram 1 desses sintomas: náuseas, vômitos anorexia, dor abdominal.</td></tr><tr><td>Costa et al., (2013)</td><td>N.271
Tempo:2mês</td><td>Avaliar os resultados clínicos pós-operatórios de pacientes submetidos à cirurgia abdominal</td><td>A redução do jejum pré-operatório não resultou em complicações respiratorias. Embora a aderência ao protocolo de abreviação do jejum não tenha sido alta, os resultados que quando isso foi prescrito houve redução do tempo de internação.</td></tr><tr><td>Liu Hong et al. (2014)</td><td>N.84
Grupo alimentação precoce: 40
Grupocontrole. 44
Tempo:24 meses</td><td>Avaliar o efeito da alimentação oral precoce no resulto pós-operatório de curto prazo de pacientes com cancer gástrico submetidos à gastrectomía distal laparoscópica.</td><td>Duração da internação hospitalar (6,28 ± 1,26 VS 7,69 ± 1,53, P P = 0,044) no grupo de alimentação precoce foram significativamente menores do que no grupo controle. Pontuação da esala de fadiga no grupo de alimentação precoce no séito dia de pós-operatório foi significativamente menor do que no grupo controle (33,9 ± 12,1 VS 45,1 ± 10,7, P = 0,041). = 0,048)</td></tr><tr><td>Estudo</td><td>Pacientes
Tempo De Estudo</td><td>Intervençao Nutricional</td><td>Desfecho/Resultado</td></tr><tr><td>Laffitte, AM et.al. (2015).</td><td>N.41
Tempo:5 meses</td><td>Utilização de dieta precoce via oral (até 48 h) nos pacientes em pós-operatório de gastrectomia total e parcial demonstrando sua aplicabilitadade na praticahospital</td><td>Pacientes que inicialham a dieta precoce obtiveram menor tempo de hospitalização. A realimentação precoce no pós-operatório de gastrectomia total e parcial foi bem tolerada pelos pacientes.</td></tr><tr><td>Virgens, (2019)</td><td>N.77
Tempo:12 meses</td><td>Verificar seouve diferência com relaço ao tempo de jeum entre os pacientes que aparesem ou não complicações pós-operórias.</td><td>Para um melhor cuidado ao paciente submetido à cirurgia, sugere-se que a equipe médica adote protocolos de abreviação de jeum para promover maior comforts e diminuição de riscos para esta população.</td></tr><tr><td>Yi Xun Lu et.al. (2020)</td><td>N.206
Alimentação precoce: 105
Estrategia de alimentação Tradicional: 101
Tempo:23 meses</td><td>Avaliação do tempo de recuperação da função gastrointestinal e complicações pós-operórias, estado nutricional pós-operatório, tempo de internação hospitalar e despesas</td><td>Em comparação com oroupo controle, os pacientes doroupo alimentação oral precoce tiveram: Tempo de primeira evacuationoes pós-operatório significativa-mente menor (2,48 ± 1,17 d vs 3,37 ± 1,42 d, P = 0,001); Duração de hospitalização pós-operatória significi- CATIVAMente menor (5,85 ± 1,53 d vs 7,71 ± 1,56 d, P< 0,001);menores despesas de hospitalização pós-operatória (16,60 ± 5,10 K¥ vs 21,00 ± 7,50 K¥, P = 0,014).</td></tr><tr><td>Clark e Maranhão (2021)</td><td>N.60
Tempo:4 meses</td><td>Investigar as caractécticas de jeum alimentar e hídrico de pacientes oncológicos no periodo perioperatório.</td><td>O jeum alimentar e hídrico ao quais pacientes oncologicos foram submetidos foramprolongados. A segurar a alimentar e nutricionaldehyde ser pautada como um direito a ser preservado quando no ambiente hospitalar atravesda da adesão instituitional a protocolos multimodais de abreviação do jeum e aceleração da recuperação cirúrgica eficiente, humanizada e integral</td></tr></table>
## IV. DISCUSsÃo
O estudo de Laffite et al., 2015, propõe o esquema de evolução de dieta líquida restrita com volume inicial de 700 ml no primeiro dia de pós operatório; no segundo dia de dieta líquida completa com volume de 1100 ml; e o terceiro dia de dieta líquida-pastosa com volume de 1450 ml, todas fracionadas em 7 refeições/dia permanecendo assim do quarto ao sétimo dia e evoluindo para dieta pastosa por 30 dias, dando continuidade ao seguimento da dieta em acompanhamento ambulatorial. Essa evolução ocorreu por meio de alguns critérios, como boa aceitação (maior que $75\%$ do volume ofertado e ausência de vômitos e internações no pós-operatório, determinando que a alimentação oral precoce após cirurgia curativa para câncer gástrico pode ser tolerada e se tem efeito na recuperação. No estudo realizado por Hoon Hur MD et al. 2011,os pacientes foram divididos em dois: grupo de alimentação precoce, iniciaram dieta líquida no segundo dia de pós-operatório e a seguir receberam dieta pastosa, a partir do terceiro dia até o dia da alta. Os pacientes do grupo controle iniciaram dieta líquida no quarto dia. O desfecho primário deste estudo foi a duração da internação pós-operatória. A alimentação oral precoce após gastrectomia para câncer gástrico não foi aceita universalmente, mas viável e pode resultar em menor tempo de internação e melhorias em diversos aspectos da qualidade de vida no pós-operatório imediato. O estudo de Jeong et al 2013, também demostrou que a nutrição oral precoce não resultou em aumento significativo nas complicações, como fístulas, hemorragias, íleo paralítico ou obstrução intestinal, quando comparada ao grupo de dieta convencional.Com isso, concluiu-se que a nutrição oral precoce no primeiro dia pósoperatório após gastrectomia para carcinoma gástrico é segura e viável, sem aumento significativo no risco de complicações.No estudo de Liu Hong et al 2014, o tempo de internação e o tempo até a ocorrência do primeiro flato foram significativamente menores no grupo de alimentação precoce em comparação ao grupo de controle ou complicações, como infecção pulmonar, febre, infecção de ferida ou deiscência de sutura, entre os dois grupos, o grupo de alimentação precoce apresentou níveis mais baixos de fadiga em comparação ao grupo de controle, indicando uma recuperação pós-operatória mais confortável. Concluindo que a alimentação precoce após gastrectomia laparoscópica distal para câncer gástrico pode reduzir o tempo de internação sem aumentar as complicações e melhorar a recuperação do funcionamento intestinal. Segundo Yi Xun Lu et al 2020, o grupo de estudo de alimentação oral precoce apresentou menor tempo até a primeira defecação, teve tempo de internação menor e custos hospitalares menores, em comparação ao grupo controle. Não houve diferença significativa entre os grupos na incidência de complicações pós-operatórias, incluindo: fístula do coto duodenal, infecção de feridas, pneumonia e obstrução intestinal. Concluindo que a alimentação oral precoce após gastrectomia radical total laparoscópica para câncer gástrico foi segura e viável, sem aumento significativo no risco de complicações, promovendo a recuperação do funcionamento intestinal, melhora no estado nutricional pós-operatório e redução nos custos e tempo de internação. Já no estudo descritivo de coorte transversal de Clark e Maranhão de 2021,os resultados mostraram que apenas $6,7\%$ dos pacientes cumpriram o jejum conforme a prescrição médica, enquanto $58,3\%$ tiveram jejuns mais longos do que o prescrito. Além disso, a maioria dos pacientes relatou fome e sede significativas durante o jejum Peri-operatório, com relatos de intercorrências como tontura, náuseas e astenia. Concluindo que o jejum Peri-operatório prolongado é uma prática comum, comprometendo a segurança alimentar e nutricional dos pacientes cirúrgicos. A prática alheia a fatores de risco nutricional, como idade, comorbidades e oferta dietética, indica a necessidade de revisão dos protocolos de jejum em hospitais brasileiros. Recomenda-se a adoção de protocolos que promovam a abreviação do jejum para melhorar a qualidade de vida, reduzir complicações e custos hospitalares, e promover uma recuperação mais eficiente e humanizada. Conforme estudo realizado por Virgens, 2019 para avaliar o tempo de jejum Perioperatorio e sua relação com complicações em pacientes submetidos a cirurgias de ressecção de tumores no trato gastrointestinal. O tempo de jejum pré- operatório foi definido como o intervalo de tempo entre a hora da última refeição sólida ou líquida (exceto água) ingerida antes da cirurgia, até a hora da aplicação da anestesia. Nos dias seguintes após o procedimento cirúrgico o paciente foi acompanhado até o momento da liberação da dieta (oral ou enteral) por parte do médico responsável, e foi coletada a hora em que recebeu a primeira refeição líquida (exceto água), para o cálculo do tempo de jejum pós-operatório. Somente $33,8\%$ dos pacientes foram alimentados nas primeiras 24h após a cirurgia. O estudo de Costa et al 2013 apresenta uma comparação de resultados clínicos de pacientes no pós operatório submetidos a cirurgias oncológicas analisando antes e após à implantação do protocolo ACERTO (ACEleração da Recuperação TOtal Pós-Operatória) (AGUILAR-NASCIMENTO et al., 2009). Foram estudadospacientes, submetidos ao ratamento cirúrgico oncológico, sendo observados e comparados os submetidos à condutas convencionais de acompanhamento peri-operatórias e outro grupo submetidos ao novo protocolo de condutas de acompanhamento peri-operatórias estabelecidas pelo projeto ACERTO. Sendo possível concluir que a utilização do protocolo, que é baseado em evidência, é seguro. Não houve aumento de mortalidade e nem do tempo de internação, complicações respiratórias, tais como aspiração de conteúdo gástrico e nem pneumonia química.
## V. CONCLUSÃO
Levando-se em conta os dados coletados, dos artigos revisados, conclui-se que a abordagem nutricional precoce e bem planejada no pós-operatório de gastrectomia por adenocarcinoma gástrico, pode contribuir para uma recuperação mais rápida, reduzindo complicações, tempo de internação hospitalar e melhorando a qualidade de vida do paciente. No entanto, é crucial que essas intervenções nutricionais sejam personalizadas e adaptadas às necessidades individuais, levando em consideração fatores como estado nutricional prévio, extensão da cirurgia e presença de comorbidades. Além disso, são necessários mais estudos para avaliar a eficácia em longo prazo dessas intervenções e seu impacto no prognóstico e na sobrevida dos pacientes com adenocarcinoma gástrico submetido à gastrectomia.
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Funding
No external funding was declared for this work.
Conflict of Interest
The authors declare no conflict of interest.
Ethical Approval
No ethics committee approval was required for this article type.
Data Availability
Not applicable for this article.
Joanna Clara Alves dos Santos. 2026. \u201cImpact of Nutritional Therapy in the Post-Operative Period of Patients Undergoing Gastrectomy for Gastric Adenocarcinoma: A Systematic Review\u201d. Global Journal of Medical Research - K: Interdisciplinary GJMR-K Volume 24 (GJMR Volume 24 Issue K4): .
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