1. Theodor Adorno,Wiesengrund Teses sobre sociologia da arte. Teses sobre sociologia da arte
2. Theodor Adorno (1994). Γtica.
3. F Aguiar (1997). GΓͺneros de fronteira: cruzamento entre o histΓ³rico e o literΓ‘rio. GΓͺneros de fronteira: cruzamento entre o histΓ³rico e o literΓ‘rio, XamΓ£
4. JosΓ© Alencar,De (2013). Ao correr da pena (folhetins inΓ©ditos). Ao correr da pena
5. Luiz Felipe Alencastro,De (1988). ProletΓ‘rios e escravos: imigrantes portugueses e cativos africanos no Rio de Janeiro, 1850-1872. Novos estudos, 21, 30-56.
6. Γngela Alonso (2002). IdΓ©ias em Movimento : a geraΓ§Γ£o 70 na crise do Brasil-ImpΓ©rio. Ideias em movimento: a geraΓ§Γ£o de 1870 na crise do Brasil-ImpΓ©rio
7. Ferreira AraΓΊjo,De (1889). LISTE DES CARTES, DES GRAPHIQUES ET DES TABLEAUX. Histoire des recensements de la population en Afrique, XIX-xx.
8. H AraΓΊjo,O Reis,Favor (2015). dΓvida impagΓ‘vel e forma literΓ‘ria em 'Os ratos. Revista Cerrados (BrasΓlia. Online), 1, 39-53.
9. Junior Arrigucci,Davi (2001). Enigma e comentΓ‘rio: ensaios sobre literatura e experiΓͺncia. Enigma e comentΓ‘rio: ensaios sobre literatura e experiΓͺncia
10. Marialva Barbosa (2010). HistΓ³rica cultural da imprensa: Brasil, 1800-1900. HistΓ³rica cultural da imprensa: Brasil, 1800-1900
11. Walter Benjamin (2011). Origem do drama trΓ‘gico alemΓ£o. EdiΓ§Γ£o e traduΓ§Γ£o JoΓ£o Barrento. Origem do drama trΓ‘gico alemΓ£o. EdiΓ§Γ£o e traduΓ§Γ£o JoΓ£o Barrento
12. William Boenavides,Moreno (2013). A cordialidade de LΓ©lio: Machado de Assis nas Balas de estalo. Organon, 28(55), 55-71.
13. Rafael Chakr,Charles Kohem,Claiton Brenol,Ricardo Xavier,Odirlei Monticielo (2012). Insights from a 3-year experience: depicting the flourishing of rheumatologists through entrustable professional activities. Revista Brasileira de EducaΓ§Γ£o MΓ©dica
14. Sonia Brayner (1982). Metamorfoses machadianas: laboratΓ³rio ficcional.
15. Antonio Candido (2010). DialΓ©tica da malandragem. O discurso e a cidade
16. (2010). De cortiΓ§o a cortiΓ§o. O discurso e a cidade
17. (2009). FormaΓ§ao da literatura brasileira. FormaΓ§ao da literatura brasileira
18. Rodrigo Bastos (2004). Brazilβs Sanctuaries and Sculpture: Rio de Janeiro, SΓ£o Paulo, and Ouro Preto. VΓ‘rios escritos
19. Rodrigo Veloso (1993). SANTIAGO, Silviano. Grafias de vida β a morte. SΓ£o Paulo: Companhia das Letras, 2023. 334p. Aletria: Revista de Estudos de Literatura, 34(3), 142-144.
20. Francisco Gago Jover (1992). AntΓ΄nio Geraldo da Cunha (coord.) (2002): VocabulΓ‘rio do PortuguΓͺs Medieval. VersΓ£o 1.0. CD-ROM, Rio de Janeiro, FundaΓ§Γ£o Casa de Rui Barbosa-MinistΓ©rio da Cultura. Revista de LexicografΓa, 10, 191-201.
21. Ulysses Baggio (1980). O desejo ao rΓ©s do chΓ£o: apontamentos para uma educaΓ§Γ£o espacializada. Geography Department, University of Sao Paulo, 5, 91-112.
22. JΓ©ferson Cano (2004). IntroduΓ§Γ£o. Labirinto. Campinas: Mercado de Letras, Cecult
23. JosΓ© Carvalho,Murilo De (2010). A construΓ§Γ£o da ordem: elite polΓtica imperial; Teatro de sombras: a polΓtica imperial. A construΓ§Γ£o da ordem: elite polΓtica imperial; Teatro de sombras: a polΓtica imperial
24. Sidney Chalhoub,S Neves; Margarida,Leonardo Pereira (2005). HistΓ³ria em cousas miΓΊdas: capΓtulos de HistΓ³ria Social da crΓ΄nica no Brasil. HistΓ³ria em cousas miΓΊdas: capΓtulos de HistΓ³ria Social da crΓ΄nica no Brasil
25. AfrΓ’nio Coutinho (2008). relaΓ§Γ΅es e perspectivas. relaΓ§Γ΅es e perspectivas, VI
26. Jaison Crestani,LuΓs (1884). Machado de Assis e o processo de criaΓ§Γ£o literΓ‘ria: estudo comparativo das narrativas publicadas n'A EstaΓ§Γ£o (1879-1884. Machado de Assis e o processo de criaΓ§Γ£o literΓ‘ria: estudo comparativo das narrativas publicadas n'A EstaΓ§Γ£o (1879-1884
27. VinΓcius Dantas (2002). Bibliografia de Antonio Candido. Bibliografia de Antonio Candido, 34
28. Filipe Ferrari,Marcelo Trotte Motta,Ricardo Stein (2016). INFLAMAΓΓO, TABACO E DOENΓA CARDIOVASCULAR. Revista da Sociedade de Cardiologia do Estado de SΓ£o Paulo, 30(1), 82-86.
29. Friedrich Engels (2008). Do Socialismo utΓ³pico ao socialismo cientΓfico. Do Socialismo utΓ³pico ao socialismo cientΓfico
30. Maria Franco,Sylvia De Carvalho (1976). Homens livres na ordem escravocrata. Homens livres na ordem escravocrata
31. HΓ©lio GuimarΓ£es,De Seixas (2004). Os Leitores de Machado de Assis: o romance machadiano e o pΓΊblico de literatura no sΓ©culo 19. Os Leitores de Machado de Assis: o romance machadiano e o pΓΊblico de literatura no sΓ©culo 19
32. JΓΌrgen Habermas (2003). MudanΓ§a estrutural da esfera pΓΊblica: investigaΓ§Γ΅es quanto a uma categoria da sociedade burguesa. MudanΓ§a estrutural da esfera pΓΊblica: investigaΓ§Γ΅es quanto a uma categoria da sociedade burguesa
33. Sergio Holanda,Buarque De RaΓzes,Brasil (2002). Unknown Title.
34. Leandro Konder (2002). A questΓ£o da ideologia em Marx. A questΓ£o da ideologia
35. Lucas Lamonica,De Castro (2015). Filomena Borges: romance, imprensa e polΓtica. 177f. Filomena Borges: romance, imprensa e polΓtica. 177f
36. Vladimir LΓͺnin,Ilitch (2010). O estado e a revoluΓ§Γ£o: O que ensina o marxismo sobre o Estado e o papel do proletariado na revoluΓ§Γ£o. O estado e a revoluΓ§Γ£o: O que ensina o marxismo sobre o Estado e o papel do proletariado na revoluΓ§Γ£o
37. Georg LukΓ‘cs (2011). IntroduΓ§Γ£o a uma estΓ©tica marxista: sobre a categoria da particularidade. Arte e sociedade: escritos estΓ©ticos 1932-1967
38. Karle Marx,Friedrich (2007). A ideologia alemΓ£: crΓtica da mais recente filosofia alemΓ£ em seus representantes Fuerbach, B. Bauer e Stimer, e do socialism alemΓ£o em seus diferentes profetas (1845-1846. A ideologia alemΓ£: crΓtica da mais recente filosofia alemΓ£ em seus representantes Fuerbach, B. Bauer e Stimer, e do socialism alemΓ£o em seus diferentes profetas (1845-1846
39. Franco Moretti (2007). Signos da modernidade: ensaios sobre a sociologia das formas literΓ‘rias. Rio de Janeiro
40. Francisco Oliveira,De (2012). Jeitinho e jeitΓ£o: uma tentativa de interpretaΓ§Γ£o do carΓ‘ter brasileiro. Revista PiauΓ, 73
41. Edu Otsuka,Teruki (2016). Era no tempo do rei: Atualidade das MemΓ³rias de um Sargento de MilΓcias. Era no tempo do rei: Atualidade das MemΓ³rias de um Sargento de MilΓcias
42. DivagaΓ§Γ£o sobre a crΓ΄nica. DivagaΓ§Γ£o sobre a crΓ΄nica
43. Edu Otsuka (2007). EspΓrito rixoso: para uma reinterpretaΓ§Γ£o das MemΓ³rias de um sargento de milΓcias. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, 105.
44. Ana Ramos,Cernic (2010). As mΓ‘scaras de LΓ©lio: ficΓ§Γ£o e realidade nas. Balas de estalo de Machado de Assis. 410 f. Tese
45. Ana Flavia Cernic Ramos (null). Politica e humor nos ultimos anos da monarquia. Balas de Estalo, 168.
46. Jorge SΓ‘,De (1987). A crΓ΄nica. A crΓ΄nica
47. Antonio Sanseverino,Vieira (2008). Sobre a categoria da mediaΓ§Γ£o em Adorno. Via AtlΓ’ntica (USP), 13, 99-112.
48. Rafael Chakr,Charles Kohem,Claiton Brenol,Ricardo Xavier,Odirlei Monticielo (2008). Insights from a 3-year experience: depicting the flourishing of rheumatologists through entrustable professional activities. Revista Brasileira de EducaΓ§Γ£o MΓ©dica
49. Roberto Schwarz (2006). Pressupostos, salvo engano, da "DialΓ©tica da malandragem. Que horas sΓ£o?Ensaios
50. Luiz Oliveira (2000). Das MΓ‘scaras Africanas Ao Romance Brasileiro Do SΓ©culo XX - trajetΓ³rias, usos e sentidos do negrismo. Sankofa (SΓ£o Paulo), 7(13), 8.
51. JoΓ£o Paulo Davi Constantino (2000). Um conto de duas cidades. Duas Cidades, 34.
52. (1999). AdequaΓ§Γ£o nacional e originalidade crΓtica. AdequaΓ§Γ£o nacional e originalidade crΓtica
53. HeloΓsa Starling,Murgel (2008). A RepΓΊblica e o SertΓ£o. ImaginaΓ§Γ£o literΓ‘ria e republicanismo no Brasil. Revista CrΓtica de CiΓͺncias Sociais, 133-147.