Palliative care is an approach that consists of assistance provided by a multidisciplinary team, aiming to offer quality of life to patients facing life-threatening illnesses, with no prognosis of cure, and their families. Thus, the objective of this study is to evaluate the perception of the multidisciplinary team in the emergency and ICU departments of the São Francisco Valley regarding palliative care. For this purpose, a descriptive, exploratory, qualitative-quantitative research methodology was adopted.
## I. INTRODUÇÃO
Organização Mundial de Saúde (OMS) definiu em 1990 e atualizou em 2002 Cuidados Paliativos (CP), como uma abordagem que consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, objetivando qualidade de vida aos pacientes, que enfrentam doenças ameaçadoras da vida, não possuindo mais prognóstico de cura, e a seus familiares, por meio de prevenção, amenizando o sofrimento físico ou qualquer outro problema de natureza biopsicossocial e espiritual (Matsumoto, 2012). Os CP são designados para pacientes com doenças em que o tratamento curativo não foi atingido, confunde-se seus conceitos com o Cuidado de Fim de Vida (CFV), esse equívoco de que CP é sinônimo de paciente terminal pode ser atribuída por uma falta de informação e compreensão dos profissionais, que também têm dificuldades em definir qual assistência os pacientes devem receber e quais condutas devem ser adotadas. Além disso, ainda há um défice na formação dos profissionais de saúde em relação aos CP (Gulini et al., 2017; Cardoso et al., 2013).
No Brasil a resolução no 41 (2018) normatizou os CP no Sistema Único de Saúde (SUS) permitindo que as redes de Atenção Primária à Saúde (APS) assegurem e promovam esses cuidados, uma vez que os CP tiveram nos últimos anos um enfoque maior em âmbito hospitalar, ressaltando que é na APS o primeiro contato da sociedade com os serviços de saúde. Para essa integração em rede cabe aos governos proporcionarem que estes cuidados estejam inseridos em todos os âmbitos de atenção à saúde (Brasil, 2018). A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é descrita como unidade de internação de pacientes críticos, que necessitam de atenção integral e monitorização constante. Com avanço das tecnologias utilizadas nesses ambientes se torna maior a perspectiva terapêutica, porém, não garante o alívio do sofrimento humano, e muitas vezes promovem sem prognóstico de cura, recebam assistência inadequada, quase sempre pautada na tentativa de cura por meio de métodos invasivos e de alta tecnologia. Tal conduta prolonga desnecessariamente o processo de morrer com tratamento artificial e ineficaz (Amib, 2019).
Nesse contexto, nas UTIs e nas emergências os CP objetivam uma assistência a fim de reduzir as internações desse perfil de pacientes (Queirogaet al., 2020). Assim os serviços de emergência, locais onde as pessoas mais procuram em situações urgentes e de criticidade agudizada, embora não seja considerado o local ideal para iniciar os CP, os médicos do hospital podem auxiliar na identificação dos objetivos de atendimento do paciente e na discussão do prognóstico. A abordagem inicial é fundamental para determinar a trajetória dos pacientes, bem como o conhecimento da equipe entre intervenções necessárias e o reconhecimento do paciente em CFV é modificador de desfechos (Mierendorf; Gidvani, 2014).
A demanda de intervenções voltadas para os pacientes em CP é uma crescentedevido ao aumento do envelhecimento populacional (Dixon, 2021). Dessa forma, cabe ao profissional de saúde ponderações éticas, incluindo a necessidade de ter conhecimento sobre conceitos de distanásia, eutanásia, e ortotanásia, envolvendo princípios da bioética (Motaet al., 2021).
A distanásia são ações da equipe de saúde desproporcionais, que tornam a morte ainda mais dolorosa, não permitindo uma morte digna por causar sofrimento ao paciente e seus familiares. Já, a eutanásia, é definida como a interrupção intencional da vida, com a finalidade de evitar o sofrimento do enfermo, o que no Brasil é ilegal, em contrapartida vem a ortotanásia, é a morte em seu processo natural, no momento certo, respeita os direitos do indivíduo e seus desejos, atua na assistência integral ao paciente com abordagens terapêuticas direcionadas ao alívio do sofrimento, guarda a dignidade humana na finitude da vida (Canoet al., 2020; Silva, 2018).
Os CP têm em seu princípio embasado no trabalho multidisciplinar, com abordagem do cuidado frente à realidade do fim da vida humana. Contudo, não está relacionado à eutanásia, e, por profissionais de saúde não terem esses conceitos bem definidos acabam confundido tal prática, causando equívocos e inseguranças nas tomadasde decisões quanto à realização de intervenções em pacientes que poderiam se beneficiardesta terapêutica (Ancp, 2018).
Diante disso é fundamental ressaltar que a equipe tenha competência e destreza para prestar cuidados básicos e que seja composta por profissionais capacitados em CP, se tornando necessário a colaboração de instituições de ensino, como Universidades, para disseminar informações e apoiar pesquisas sobre o tema, além da educação em serviços e a inclusão do tema no processo de formação destes profissionais (Silvaet al., 2016).
Assim, é essencial mensurar o entendimento dos profissionais de saúde sobre essa temática, para a evolução e contribuição do cuidado ofertado, tencionando condutas mais assertivas a respeito, visto que os CP é uma das áreas pouco perscrutada principalmente na graduação.
Portanto, o objetivo desse estudo foi avaliar a percepção da equipe da equipe multiprofissional nas emergências e UTI do Vale do São Francisco sobre CP.
## II. METODOLOGIA
A pesquisa desenvolvida pertence ao projeto denominado "Cuidados paliativos nas Unidade de Terapia Intensiva e nas emergências: Percepção da equipe interdisciplinar, no Vale do São Francisco".
Refere-se a uma pesquisa descritiva, exploratória e quali-quantitativa. Para tanto, aplicou-se um questionário semi-estruturado composto de seis perguntas objetivas, aos profissionais de saúde (médicos, enfermeiros e fisioterapeutas) a respeito da temática, CP.
A aplicação do questionário foi realizado através do Google Forms, direcionados às equipes multidisciplinares dos hospitais localizados nas cidades de Juazeiro-BA e Petrolina-PE que integram o Vale do São Francisco.
Por se tratar de uma pesquisa que envolve seres humanos, o projeto foi submetido ao Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Mantenedor de Ensino Superior da Bahia - IMES, CAAE 64576622. 9.0000.5032, com parecer de aprovação número 6.037.809. Os profissionais que concordaram em colaborar com o estudo assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE) o qual assegura o anonimato dos voluntáriosde acordo com a resolução do Conselho Nacional de Saúde (CNS) 466/2012 (Brasil, 2012).
Os dados obtidos foram analisados por meio da técnica de análise descritiva. Os resultados foram transcritos para Programa Microsoft Office Excel e calculadas as frequências relativas e absolutas das variáveis, sendo posteriormente representadas por meio de tabelas.
## III. REsUltado e DisCussÃo
Participaram da pesquisa 72 profissionais de saúde, sendo $45,85\%$ (33) enfermeiros, $31,94\%$ (23) fisioterapeutas, $20 {, } 83\%$ (15) médicos e $1 {, } 39\%$ (1) não informaram sua profissão (Tabela 1).
CP são entendidos como serviços prestados por uma equipe multidisciplinar com objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente e da família, diante do diagnóstico de uma doença que ameace a vida (OMS, 2023). O alívio do sofrimento, o conforto, o tratamento da dor e dos inúmeros sintomas associados sejam físicos, espirituais, sociais ou psicológicos tornam-se os objetos do tratamento (Santoet al., 2020).
Diferentes critérios são utilizados para analisar as modalidades de equipe: qualidade da comunicação, especificidades dos trabalhos especializados, questionamento da desigual valoração social dos diferentes trabalhos, flexibilização da divisão do trabalho, autonomia profissional de caráter interdependente e\_ construção de um projeto assistencial comum (Pereira & Lima, 2008).
A participação da enfermagem na assistência aos CP requer do enfermeiro uma sistematização eficaz do cuidado, bem como o planejamento e a implantação de ações que visam a promover a autonomia do paciente junto com a família, sobre sua própria doença (Meireles et al., 2020).
Tabela Análise descritiva do questionário aplicado as equipes multidisciplinares dos hospitais localizados nas cidades de Juazeiro-BA e Petrolina-PE que integram o Vale do São Francisco $( \mathsf { n } = 72 ^ { \cdot }$
<table><tr><td>Perguntas</td><td>Variáveis</td><td>Frequência (%)</td></tr><tr><td rowspan="4">Qual a sua formação profissional?</td><td>Enfermeiros</td><td>33 (45,6%)</td></tr><tr><td>Fisioterapeutas</td><td>23 (31,9%)</td></tr><tr><td>Médicos</td><td>15 (20,8%)</td></tr><tr><td>Não informado</td><td>1 (1,4%)</td></tr><tr><td rowspan="3">Recebeu informações e treinamentos suficientes durante a graduação sobre pacientes em estado terminal?</td><td>Não</td><td>28 (39,7%)</td></tr><tr><td>Sim</td><td>21 (28,8%)</td></tr><tr><td>Muito pouco</td><td>23 (31,5%)</td></tr><tr><td rowspan="3">Recebeu orientações e se julga capacito(a) para comunicar mais noticias?</td><td>Não</td><td>25 (34,2%)</td></tr><tr><td>Sim</td><td>21 (28,8%)</td></tr><tr><td>Muito pouco</td><td>26 (37,0%)</td></tr><tr><td rowspan="2">Existe desconforto entre professionais e pacientes, na abordagem sobre cuidados palativos?</td><td>Não</td><td>6 (8,2%)</td></tr><tr><td>Sim</td><td>66 (91,8%)</td></tr><tr><td rowspan="2">Considera que o reconhecimento desde a emergência ou nas UTIs evitam intervenções que tratam sobrimentos aos pacientes e seuism familiarés?</td><td>Não</td><td>1 (1,4%)</td></tr><tr><td>Sim</td><td>71 (98,6%)</td></tr><tr><td rowspan="3">Se auto avalia capacito a prestar cuidados palativos?</td><td>Não</td><td>5 (6,8%)</td></tr><tr><td>Sim</td><td>42 (58,9%)</td></tr><tr><td>Muito pouco</td><td>25 (34,3%)</td></tr></table>
Dos entrevistados, a maior parte $39,7\%$ (28) afirmaram não ter recebido treinamento suficiente sobre pacientes em situação terminal enquanto cursavam agraduação, já $28,8\%$ (21) dos entrevistados afirmaram que tiveram o treinamentosuficiente enquanto os outros $31,5\%$ (23) admitiram ter recebido um pouco detreinamento (Tabela 1).
Existe uma expectativa que esse quadro mude, pelo implemento e reconhecimento da área diante dos Conselhos Federais de cada profissão.
O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (COFFITO), no exercício de suas atribuições legais e regimentais, traz na resolução ${ \mathsf n } ^ { \circ }$ 539, de 27 desetembro de 2021 sobre a atuação do fisioterapeuta em ações de CP, reconhecendo no Art.1o como área de atuação própria da fisioterapia (COFFITO, 2021).
Com relação ao Conselho Federal de Medicina (CFM), a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM), a nova redaçãodo Anexo Il da Resolução CFM N° 1.845/08, celebra o convênio de reconhecimento deCP como especialidades médicas, porém somente em agosto de 2011 é que a medicinapaliativa veio se tornar uma área de atuação médica, segundo resolução 1973/2011 (CFM,2011). E apenas em abril de 2022, o
Ministério da Educação (MEC) aprovou a nova atrizde competências de Residência Médica para Área de Atuação em Medicina Paliativa noBrasil sendo a partir de 2023, um programa que passa a contar com dois anos de formação.
Já quanto\_ ao Conselho Federal de Enfermagem (COFEN), considera o parecer de Conselheiro no 221/2022 e a decisão em sua $544 ^ { \mathrm { a } }$ Reunião Ordinária, consta nosautos do Processo Administrativo COFEN ${ \mathsf n } ^ { \circ }$ 870/2022, Art. $1 ^ { \circ }$ Aprovar o registro daAcademia Nacional de Cuidados Paliativos (ANCP) no Conselho Federal de Enfermagemo reconhecimento ao título de Especialista em Enfermagem em Cuidados Paliativos.
Os CP resgatam a morte com dignidade, e esse é um dos principais objetivos dos profissionais paliativistas (Kovács, 2014).
Quando questionados se receberam devida orientação na graduação e/ou se julga capacitado para comunicar más notícias, $37\%, 0$ (26) muito pouco, $34\%$ não (25) e 28,8%(21) afirmam que sim (Tabela 1).
A "má notícia" é definida como informação que carrega enorme valência emocional e tem o potencial de mudar a vida e a perspectiva de futuro das pessoas. Naárea da saúde, tradicionalmente, os exemplos de Comunicação de Más Notícias (CMN)passam pelo diagnóstico de doenças ameaçadoras de vida, amputação de membros,comunicação sobre a morte de um familiar. Contemporaneamente, além das citadas, incluem-se as doenças que interferem na qualidade de vida (Camargo et al., 2019; Vogelet al., 2019).
O eficiente treinamento de habilidades de comunicação pode evitar a construção de uma barreira que evita uma comunicação subsequente. Assim, a comunicação devepermitir a passagem de mensagens de maneira firme, porém com prudência e esperança.
A atitude do profissional e a capacidade de comunicação desempenham um papel fundamental e decisivo no modo que o paciente e seus familiares enfrentarem o problema(Muller, 2002).
Quando nos comunicamos com pacientes e familiares, devemos estar preparadospara acionar tanto as suas emoções como as nossas, pois a comunicação empática envolve a influência das emoções no modo de expressar a mensagem proferida. Podemos resumir como quatro características principais da comunicação empática em saúde: identificar a perspectiva do outro e entendê-la como verdade, não julgar em hipótese alguma, reconhecer as emoções do outro e comunicar ao outro o que percebeu (Carvalhoet al., 2018).
Ao considerar se esse assunto ainda é pouco proferido e que pode gerar um certo desconforto entre os profissionais e pacientes, $91\%$ (66) afirmam que sim e $8,2\%$ (6) não (Tabela 1).
Para o atendimento ser integral, o encontro com o usuário deve ser guiado pela capacidade do profissional de compreender o sofrimento que se manifesta e o significadomais imediato de suas ações e palavras; no contexto desse encontro concreto, "deixar devigiar e controlar, para dar lugar à emancipação, à maior autonomia por parte dos sujeitosque sofrem ou que podem vir a sofrer" (Mattos, 2008, p. 348).
A formação e a capacidade profissional, gera estabilidade e segurança para condução e atuação das técnicas. O que condiz com o achado do estudo, que o desconfortogerado entre profissionais ao realizar as condutas e a carência de informações recebidasdurante a graduação.
Considera-se que reconhecimento precoce desde a emergência ou nas UTIs do paciente candidato a CP, pode evitar intervenções que tragam sofrimentoadicional ao paciente e seus familiares, a porcentagem de afirmação foi ainda maior: $98,6\%$ (71) concordaram que o reconhecimento pode evitar intervençõesdesproporcionais, já o outro entrevistado, que representa $1,4\%$ 1dos entrevistados nãoconcorda(Tabela 1).
Entretanto, a influência do modelo biológico leva os pacientes em CP a findar suas vidas em leitos da UTI e outros serviços hospitalares, o que exige da equipemultidisciplinar uma busca incessante na melhoria da qualidade de vida dessas pessoas.
Todos os membros da equipe pontuam um único objetivo, o alívio da dor e dos sintomas associados, no entanto, cada categoria possui uma forma de otimizar esses cuidados (Pires et al., 2020).
Quanto ao se avaliarem capacitados a prestarem CP a maioria $58 {, } 9\%$ (42) dos profissionais entrevistados afirmaram que sim, desde a emergência até pacientesinternados na UTI em estado terminal, $6,8\%$ (5) admitiram não ter autonomia suficiente,já para $34,3\%$ (25) responderam que haveria um pouco de capacidade(Tabela 1).
O cuidado exige um ato efetivo, no qual a pessoa cuidadora beneficia o outro vulnerável de algum modo (Dall'agnol, 2012). Fenomenologicamente, 0 cuidado éum modo de ser, de existir dos sujeitos (Perovano, 2014).
Corroborando com Fernandes et al. (2020) em um estudo observacional, transversal, quantitativo que verifica a autoavaliação do conhecimento de médicosresidentes do Hospital Universitário Lauro Wanderley (HULW) acerca dos CP, com 172médicos, sendo que apenas 99 participaram da pesquisa. A maioria respondeu que aprendeu sobre ocontrole dos sintomas comuns na assistência paliativista, embora $97\%$ necessitassemaperfeiçoar seus conhecimentos. Apenas $16 {, } 2\%$ conheciam a atual Lei de Bases do CP.
Contudo, mais de $75\%$ de respostas compatíveis com conhecimento sobre CP ocorreram em apenas 5 das 16 questões $( 31,2\% )$. Assim confirma a relativa escassez de conhecimentoacerca dos CP entreos médicos entrevistados.
A Lei 52/2012 de 5 Setembro - Lei de Bases dos CP consagra o direito e regula o acesso dos cidadãos aos cuidados paliativos, define a responsabilidade do Estado emmatéria de cuidados paliativos e cria a Rede Nacional de Cuidados Paliativos (RNCP), afuncionar sob tutela do Ministério da Saúde (Brasil, 2012).
Os CP envolvem o entendimento de que a morte faz parte da vida e que não há porquê prolongar o sofrimento. Através da abordagem multiprofissional, foca-se nasnecessidades dos pacientes e seus familiares no intuito de melhorar a qualidade de vida einfluenciar, de forma positiva, o curso da doença (Mansoet al., 2017), subsidiando aassistência aos pacientes, aliviando o sofrimento resultante de terapias excessivas epromovendo a otimização de recursos materiais e humanos (Souza, Lacerda&Lira, 2017).
## IV. CONCLUSÃO
A pesquisa possibilitou compreender a percepção sobre CP da equipe multidisciplinar do Vale do São Francisco. A maioria dos participantes afirmam não ter recebido treinamento suficiente sobre pacientes nesse perfil durante a graduação, bem como julgam-se não capacitados e muito pouco capacitados a comunicarem más notícias.Entretanto, apesar desses achados, a maioria considera-se aptos a prestarem CP nas emergências e nas UTIs.
Nesse contexto, é necessário à inserção de matérias voltadas ao tema durante a graduação e a possibilidade de aperfeiçoamento através de pósgraduação e residências, que tem sido uma crescente nos últimos anos também pelo incremento e reconhecimentodos conselhos profissionais destas áreas.
A apropriação dos conhecimentos dos CP é essencial para a garantia da dignidade humana. Ademais, é imprescindível o desenvolvimento de estudos e publicações sobre atemática, em prol de ampliar os conhecimentos dos universitários, visto a importância dapresença de uma equipe multidisciplinar especializada na área.
Portanto, é necessário a realização de treinamentos que permitam discussões desse tema no ambiente de trabalho, visando garantir qualidade de vida e assistência dospacientes e seus familiares, bem como fomentar sistemas de educação continuada e ofortalecimento das especializações em CP.
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How to Cite This Article
Iana Goncalves de Souza Santos. 2026. \u201cPalliative Care in the Intensive Care Unit and in Emergencies: Perception of the Multidisciplinary Team in the São Francisco Valley\u201d. Global Journal of Medical Research - K: Interdisciplinary GJMR-K Volume 24 (GJMR Volume 24 Issue K3): .
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Subject: Global Journal of Medical Research - K: Interdisciplinary
Authors:
Iana Goncalves de Souza Santos, Maria Isabel Rodrigues do Nascimento, Andhiara Loyse de Lima Ferreira Brandão, Lorena Nascimento da Silva, Simone de Souza Macêdo, Luciana Brito Da Silva Lins (PhD/Dr. count: 0)
Palliative care is an approach that consists of assistance provided by a multidisciplinary team, aiming to offer quality of life to patients facing life-threatening illnesses, with no prognosis of cure, and their families. Thus, the objective of this study is to evaluate the perception of the multidisciplinary team in the emergency and ICU departments of the São Francisco Valley regarding palliative care. For this purpose, a descriptive, exploratory, qualitative-quantitative research methodology was adopted.
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