Loading menu…

Slam do Corpo: Brief Study on Deaf Poetry in Slam Poetry

Send Message

To: Author

Slam do Corpo: Brief Study on Deaf Poetry in Slam Poetry

Article Fingerprint

ReserarchID

527C8

Slam do Corpo: Brief Study on Deaf Poetry in Slam Poetry Banner

Key Research Insights

Synthesized scholarly intelligence & interactive research assistant
  • English
  • Afrikaans
  • Albanian
  • Amharic
  • Arabic
  • Armenian
  • Azerbaijani
  • Basque
  • Belarusian
  • Bengali
  • Bosnian
  • Bulgarian
  • Catalan
  • Cebuano
  • Chichewa
  • Chinese (Simplified)
  • Chinese (Traditional)
  • Corsican
  • Croatian
  • Czech
  • Danish
  • Dutch
  • Esperanto
  • Estonian
  • Filipino
  • Finnish
  • French
  • Frisian
  • Galician
  • Georgian
  • German
  • Greek
  • Gujarati
  • Haitian Creole
  • Hausa
  • Hawaiian
  • Hebrew
  • Hindi
  • Hmong
  • Hungarian
  • Icelandic
  • Igbo
  • Indonesian
  • Irish
  • Italian
  • Japanese
  • Javanese
  • Kannada
  • Kazakh
  • Khmer
  • Korean
  • Kurdish (Kurmanji)
  • Kyrgyz
  • Lao
  • Latin
  • Latvian
  • Lithuanian
  • Luxembourgish
  • Macedonian
  • Malagasy
  • Malay
  • Malayalam
  • Maltese
  • Maori
  • Marathi
  • Mongolian
  • Myanmar (Burmese)
  • Nepali
  • Norwegian
  • Pashto
  • Persian
  • Polish
  • Portuguese
  • Punjabi
  • Romanian
  • Russian
  • Samoan
  • Scots Gaelic
  • Serbian
  • Sesotho
  • Shona
  • Sindhi
  • Sinhala
  • Slovak
  • Slovenian
  • Somali
  • Spanish
  • Sundanese
  • Swahili
  • Swedish
  • Tajik
  • Tamil
  • Telugu
  • Thai
  • Turkish
  • Ukrainian
  • Urdu
  • Uzbek
  • Vietnamese
  • Welsh
  • Xhosa
  • Yiddish
  • Yoruba
  • Zulu
Reading Preferences
Font Size
Line Spacing
Background
This converted HTML version may contain rendering inconsistencies. Please refer to the PDF for the authoritative version, or click here to provide feedback.

Abstract

This article is part of the ongoing doctoral research in the area of Literature and Culture (PPGLITCULT/UFBA) on the study of the performance of the body present in Slam poetry with a cut for artists and groups in Brazil. In this work, we dialogue with the definition of Slam poetry, directing us to our main object of study: the Slam do Corpo, the first Slam for deaf and hearing people in Brazil. During this brief study, we will discuss about deaf poetry and its main characteristics, as well as the influence of Slam do Corpo in the process of self-representation of deaf communities in Brazil.

I. INTRODUÇÃO

Segundo o ΓΊltimo censo do Instituto Brasileiro de Geografia e EstatΓ­stica (IBGE) realizado em 2010, hΓ‘ 45,6 milhΓ΅es de pessoas com deficiΓͺncia no Brasil, o que compreende 24% da populaΓ§Γ£o. Deste nΓΊmero, cerca de 10 milhΓ΅es de pessoas sΓ£o surdas, o que equivale atualmente a 5% da populaΓ§Γ£o brasileira. Com o passar dos anos, as comunidades surdas cresceram no paΓ­s, expandindo de forma significativa a comunicaΓ§Γ£o por meio da lΓ­ngua de sinais. Apesar disso, o capacitismo 1 ainda estΓ‘ presente nos diversos setores sociais, polΓ­ticos e culturais, o que interfere diretamente no devido reconhecimento da LΓ­ngua Brasileira de Sinais enquanto lΓ­ngua, e na divulgaΓ§Γ£o e incentivo das produΓ§Γ΅es artΓ­sticas de pessoas surdas.

Na tentativa de resistir a esse cenΓ‘rio, as expressΓ΅es artΓ­sticas surdas que compreendem a literatura surda, danΓ§a, performance art, mΓΊsica, entre outras linguagens, tΓͺm contribuΓ­do de forma efetiva na construΓ§Γ£o e disseminaΓ§Γ£o das identidades e culturas surdas por meio de suas histΓ³rias e vivΓͺncias.

Neste trabalho, destacamos a poesia surda como um gΓͺnero de grande expressΓ£o artΓ­stica nas comunidades surdas no Brasil, inserida tambΓ©m na atividade Slam poetry.

II. SOBRE O SLAM POETRY

O Slam poetry foi criado nos Estados Unidos (EUA) em meados da dΓ©cada de 1980 por Marc Kelly Smith. Em entrevista para o documentΓ‘rio Slam: Voz de levante (2017), de Roberta Estrela D'Alva e Tatiana Lohmann (BRA), Marc relata que estava cansado do elitismo e do tΓ©dio que habitavam os saraus de poesias que aconteciam em bibliotecas e bares. Assim, resolveu "abrir o microfone", dando espaΓ§o para uma nova forma de representaΓ§Γ£o da poesia, acrescentando alguns ingredientes como a competiΓ§Γ£o, a performance, o jogo. O flyer da primeira ediΓ§Γ£o do Slam poetry dizia: "Saia do caixΓ£o! Microfone aberto", fazendo uma crΓ­tica Γ s formas jΓ‘ estabelecidas de se fazer, recitar, performar poesias. Podemos ressaltar que no Slam nΓ£o Γ© somente a poesia que conta para impressionar o pΓΊblico e os jurados, mas tambΓ©m a performance, ou seja, o modo como ela Γ© apresentada pelo slammer. Quanto maior for a interaΓ§Γ£o e desenvoltura entre poesia, corpo/voz, entonaΓ§Γ£o, gesto, movimento, maior a possibilidade de acalorar os Γ’nimos, provocar os sentidos dos espectadores e, consequentemente, conquistar a atenΓ§Γ£o e euforia da plateia e dos jurados, nesse jogo performΓ‘tico e competitivo.

Em trabalhos anteriores a esta pesquisa, tentamos definir o Slam poetry como uma espΓ©cie de competiΓ§Γ£o de poesias, em que os slammers devem apresentar em atΓ© 3 minutos suas obras autorais, sem acompanhamento musical e/ou adereΓ§os, para receber a nota de 0 a 10 dos jurados que sΓ£o escolhidos eventualmente na plateia (SANTOS, 2018). Atualmente, percebemos que essa definiΓ§Γ£o Γ© apenas uma das inΓΊmeras caracterΓ­sticas presentes nessa atividade. De fato, o Slam possui algumas regras bΓ‘sicas como as citadas acima, porΓ©m isso vem se modificando ao longo dos anos, devido Γ  multiplicidade cultural que essa modalidade apresenta em diversos paΓ­ses, sendo acrescentadas outras regras e caracterΓ­sticas de acordo com cada grupo. Ao longo dos anos, influΓͺncias como o movimento Hip Hop nos Estados Unidos, por exemplo, incrementaram o Slam com novas formas e temΓ‘ticas para as poesias. Segundo Marc, "os artistas do Hip Hop chegaram no Slam no comeΓ§o dos anos 90, e eles vieram porque eram escritores e alguns deles queriam fazer mais do que letras de mΓΊsicas" 2 .

Hoje no Brasil, temos um panorama significativo com relaΓ§Γ£o aos adeptos dessa atividade, inΓΊmeros grupos e campeonatos surgem ao longo do paΓ­s. Podemos citar como exemplo, o evento Slam BR (Campeonato Brasileiro de Poesia Falada) que reΓΊne os principais slammers do paΓ­s, grupos como Slam da ResistΓͺncia, Slam da Guilhermina, Slam das Minas e o Slam do Corpo, nosso principal objeto nessa pesquisa.

III. O SLAM DO CORPO E A POESIA SURDA

O Slam do Corpo Γ© o primeiro Slam de surdos e ouvintes do Brasil, idealizado pelo grupo Corpo Sinalizante, formado por jovens surdos e ouvintes com Γͺnfase no estudo da LΓ­ngua Brasileira de Sinais (Libras) ligada Γ  arte. Geralmente, o Slam do Corpo acontece em museus e parques de SΓ£o Paulo (SP), tendo algumas ediΓ§Γ΅es pontuais realizadas em alguns eventos espalhados pelo Brasil. Ele divide-se em dois momentos: corpo aberto, em que qualquer pessoa pode apresentar uma poesia e a batalha, em que ocorre a competiΓ§Γ£o de poesias. HΓ‘ algumas regras dentro dessa atividade, como por exemplo, a nΓ£o utilizaΓ§Γ£o de figurinos, adereΓ§os, cenΓ‘rios e acompanhamentos musicais. Os vencedores desse Slam recebem livros e outros prΓͺmios educativos, apΓ³s o somatΓ³rio de notas do grupo de jurados escolhidos no dia das apresentaΓ§Γ΅es.

O ator, poeta e educador surdo Leonardo Castilho, um dos fundadores da modalidade, afirma que no Slam hΓ‘ um compartilhamento do trabalho entre surdos e ouvintes, e nΓ£o uma fusΓ£o entre essas culturas. A fusΓ£o deixa subentendida uma junΓ§Γ£o entre as duas lΓ­nguas citadas, jΓ‘ o compartilhamento pressupΓ΅e uma relaΓ§Γ£o mΓΊtua entre as duas lΓ­nguas, sem que estas percam as suas particularidades, numa espΓ©cie de complemento e nΓ£o de sobreposiΓ§Γ£o de uma com a outra. Ele ainda utiliza a metΓ‘fora "beijo de lΓ­ngua" para simbolizar essa quebra de barreiras, pois o beijo significa conhecer o outro, a lΓ­ngua do outro, e para acontecer precisa das duas pessoas juntas, disponΓ­veis a este momento. Γ‰ exatamente o que ocorre na batalha: Γ© formada uma dupla de surdo e ouvinte, que se apresenta para os jurados e para a plateia. Neste momento as poesias devem ser autorais, com temΓ‘tica livre e ter duraΓ§Γ£o de, no mΓ‘ximo, trΓͺs minutos. SΓ£o realizadas duas rodadas de apresentaΓ§Γ΅es, contando com a presenΓ§a dos jurados composto por surdos e ouvintes, que dΓ£o notas de 0 a 10. HΓ‘ um ritual antes da apresentaΓ§Γ£o dos slammers, marcando o inΓ­cio das poesias: colocam-se as mΓ£os para frente, deslizando-a sobre os braΓ§os e batendo uma na outra, como uma espΓ©cie de "grito de guerra" dando inΓ­cio Γ  performance de cada competidor.

Durante o estudo de algumas poesias da literatura surda, percebemos que a palavra muitas vezes nΓ£o Γ© o foco, mas sim a sensaΓ§Γ£o que ela provoca dentro do que estΓ‘ sendo apresentado. Sobre isso, Spence (2021) afirma que "o foco estΓ‘ na linguagem estΓ©tica que, geralmente, Γ© fortemente visual e cuidadosamente construΓ­da para maximizar o impacto dos sentidos". Assim, o VernΓ‘culo Visual 3 se apresenta como uma tΓ©cnica essencial na literatura surda, pois potencializa o visual, sem condicionar a poesia apenas ao vocabulΓ‘rio em sinais.

Como exemplo disso, cito a poesia "Todas as ManhΓ£s" da autora negra brasileira ConceiΓ§Γ£o Evaristo (1998), interpretada pelos surdos brasileiros Edinho dos Santos e Nayara Rodrigues, em vΓ­deo disponibilizado no Youtube. Vejamos o primeiro trecho: "Todas as manhΓ£s acoito sonhos e acalento entre a unha e a carne uma agudΓ­ssima dor". Para "Todas as manhΓ£s", Edinho faz o sinal de nascer do sol com movimentos circulares repetidos que prolongam o tempo do sinal, indicando este ciclo no qual a frase se refere (nascer, se pΓ΄r, nascer, se pΓ΄r, nascer...) e criando ritmo Γ  poesia. Em "agudΓ­ssima dor", o movimento se inicia com as mΓ£os expressando uma dor no peito, que depois se espalha pelos braΓ§os, a face em dor e angΓΊstia, e nΓ£o o simples sinal de "dor" em LΓ­ngua Brasileira de Sinais (Libras). Dessa forma, a Γͺnfase nos gestos, nos movimentos, nas expressΓ΅es corporais e faciais, se torna tambΓ©m um elemento importante na poesia surda. Erika Mota, tradutora e intΓ©rprete de Libras, parceira do Leonardo Castilho nos Slam do Corpo, em entrevista, relata que "a rima na lΓ­ngua de sinais estΓ‘ na configuraΓ§Γ£o de mΓ£o, no ritmo", o que torna essa poesia ainda mais caracterΓ­stica e particular acerca da expressividade e compreensΓ£o.

Neste ponto, Γ© necessΓ‘rio diferenciar gestos e sinais. Para McNeill (1992) os gestos sΓ£o movimentos corporais e expressΓ΅es faciais livres, espontΓ’neas presentes na linguagem humana. JΓ‘ os sinais sΓ£o constituΓ­dos de aspectos linguΓ­sticos e gramaticais. Karnopp (2004) afirma que Γ© "complexa a distinΓ§Γ£o entre sinais e gestos, pois ambos sΓ£o referenciais, comunicativos e produzidos manualmente." Entretanto, a autora tambΓ©m afirma que hΓ‘ equΓ­voco em entender sinais como gestos. Segundo ela,

Na verdade, os sinais sΓ£o palavras, apesar de nΓ£o serem orais-auditivas. Os sinais sΓ£o tΓ£o arbitrΓ‘rios quanto Γ s palavras. A produΓ§Γ£o gestual na lΓ­ngua de sinais tambΓ©m acontece como observado nas lΓ­nguas faladas. A diferenΓ§a Γ© que no caso dos sinais, os gestos tambΓ©m sΓ£o visuais-espaciais tornando as fronteiras mais difΓ­ceis de serem estabelecidas. Os sinais das lΓ­nguas de sinais podem expressar quaisquer ideias abstratas. Podemos falar sobre as emoΓ§Γ΅es, os sentimentos, os conceitos em lΓ­ngua de sinais, assim como nas lΓ­nguas faladas. (QUADROS; KARNOPP, 2004, p. 31-37)

Assim, entendemos que os gestos sΓ£o elementos de linguagem que fazem parte das lΓ­nguas de sinais, porΓ©m nΓ£o sΓ£o a prΓ³pria lΓ­ngua, jΓ‘ que esta tem estrutura morfolΓ³gica e sintΓ‘tica.

Do ponto de vista identitΓ‘rio e cultural, nΓ£o podemos deixar de ressaltar a importΓ’ncia de atividades artΓ­sticas como o Slam do Corpo, no fortalecimento da construΓ§Γ£o das identidades surdas e valorizaΓ§Γ£o da lΓ­ngua de sinais. Historicamente, as comunidades surdas espalhadas pelo mundo sofreram diversas opressΓ΅es acerca de sua lΓ­ngua, identidade e cultura. Portanto, a poesia surda tambΓ©m se torna um ato de resistΓͺncia e fortalecimento das comunidades surdas.

Devido Γ  pandemia Covid-19, em marΓ§o de 2021 o Slam do Corpo apresentou uma ediΓ§Γ£o online dentro do Festival Corpo da Palavra, realizado pelo Museu de Arte Moderna de SΓ£o Paulo (MAM) com transmissΓ£o no Youtube. De forma dinΓ’mica e criativa, poetas surdos e ouvintes performaram suas poesias em frente Γ s cΓ’meras, lidando com o distanciamento social e com as ferramentas tecnolΓ³gicas. O pΓΊblico que atΓ© entΓ£o interagia com gritos e gestos nos eventos presenciais, manifestou-se por meio de chat com mensagens acaloradas e encorajadoras. Os slammers adicionaram no seu repertΓ³rio, poesias que retratavam sobre o momento atual da pandemia, bem como temΓ‘ticas jΓ‘ recorrentes como a valorizaΓ§Γ£o das identidades surdas, a violΓͺncia, o racismo, entre outras.

IV. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Podemos identificar durante esse breve estudo, as particularidades relacionadas Γ  poesia surda e suas manifestaΓ§Γ΅es, sobretudo, relacionadas Γ  atividade do Slam poetry. Como apontamos nesse artigo, os gestos e sinais estΓ£o presentes nessa performance, que tem o corpo como um elemento em que a poesia se faz; o corpo torna-se ponto de partida e principal local de realizaΓ§Γ£o da poesia surda. AlΓ©m disso, o Slam do Corpo fomenta nΓ£o sΓ³ a interaΓ§Γ£o entre a LΓ­ngua Brasileira de Sinais e a LΓ­ngua Portuguesa, mas tambΓ©m a valorizaΓ§Γ£o das identidades e culturas surdas, incentivando cada vez mais a inserΓ§Γ£o de artistas surdos no Slam, no teatro, na performance art, na danΓ§a, na mΓΊsica, na fotografia, e em diversas linguagens.

Os estudos sobre a literatura surda demonstram que ela se apresenta nΓ£o sΓ³ de forma escrita, mas tambΓ©m em vΓ­deo, e isso contribui no processo de autorrepresentaΓ§Γ£o do povo surdo, de como ele se vΓͺ e nΓ£o como a sociedade ouvinte costuma retratΓ‘-lo, sob o ponto de vista clΓ­nico/patolΓ³gico. Esta pesquisa que segue em andamento, busca a compreensΓ£o acerca da performance do corpo tΓ£o presente na poesia surda, envolvendo nΓ£o sΓ³ a representaΓ§Γ£o, mas tambΓ©m os processos criativos desenvolvidos pelos slammers surdos e ouvintes. NΓ£o podemos deixar de ressaltar que essas histΓ³rias e vivΓͺncias, que sΓ£o compartilhadas por meio das mΓ£os, dos gestos, dos sinais, do corpo, atravessam geraΓ§Γ΅es e tambΓ©m se configuram como aΓ§Γ£o de resistΓͺncia das comunidades surdas no paΓ­s.

References

13 Cites in Article
  1. 1. Bruno AbrahΓ£o,Danielle Ramos (2018). Literatura surda e contemporaneidade: contribuiΓ§Γ΅es para o estudo da visual vernacular. Pensares em Revista, SΓ£o GonΓ§alo, 12, 56-75.
  2. 2. Ana Colla (2019). O CORPO DA PALAVRA OU A PALAVRA DO CORPO: A escrita como criaΓ§Γ£o. Revista Rascunhos - Caminhos da Pesquisa em Artes CΓͺnicas, 6(2)
  3. 3. S (2021). Unknown Title.
  4. 4. Lodenir Karnopp (2010). ProduΓ§Γ΅es culturais de surdos: anΓ‘lise da literatura surda. Cadernos de EducaΓ§Γ£o, 36(36), 155-174.
  5. 5. David Mcneill (1992). Hand and mind: what gestures reveal about thought. Hand and mind: what gestures reveal about thought
  6. 6. O SilΓͺncio E A FΓΊria poetas do corpo. poetas do corpo
  7. 7. Luciano Duque (2018). AvaliaΓ§Γ£o da qualidade de vΓ­deo em redes IPTV com acesso baseado em ADSL.
  8. 8. Ronice Quadros,Lodenir Karnopp (2004). LΓ­ngua de sinais brasileira: estudos linguΓ­sticos. LΓ­ngua de sinais brasileira: estudos linguΓ­sticos
  9. 9. Natielly Santos (2018). O Slam do corpo e a representacaΓ΅ da poesia surda. Revista de Ciencias Humanas, Vicosa, 18(2), 1-10.
  10. 10. Carolina Silveira,Lodenir Karnopp (2013). Literatura surda: anΓ‘lise introdutΓ³ria de poemas em Libras. Nonada: Letras em Revista, 2(21)
  11. 11. Slam (2017). Voz de levante. DirecaΓ΅: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva. Voz de levante. DirecaΓ΅: Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D'Alva
  12. 12. Raquel Spence (2021). Literatura em Libras. Literatura em Libras
  13. 13. Luciano Duque (2016). AvaliaΓ§Γ£o da qualidade de vΓ­deo em redes IPTV com acesso baseado em ADSL.

Funding

No external funding was declared for this work.

Conflict of Interest

The authors declare no conflict of interest.

Ethical Approval

No ethics committee approval was required for this article type.

Data Availability

Not applicable for this article.

How to Cite This Article

Natielly Santos. 2026. "Slam do Corpo: Brief Study on Deaf Poetry in Slam Poetry". Global Journal of Human-Social Science - B: Geography, Environmental Science & Disaster Management GJHSS-B Volume 22 (GJHSS Volume 22 Issue B1).

More Citation Formats

Download Citation

Brief Study on Dead Fish.
Journal Specifications

Crossref Journal DOI 10.17406/GJHSS

Print ISSN 0975-587X

e-ISSN 2249-460X

Keywords
Classification
GJHSS-B Classification DDC Code: 811.5408 LCC Code: PS615
Version of record
v1.2

Issue date
March 26, 2022

Language
Portuguese
Order Article Reprint
Experience in AR

Explore published articles in an immersive Augmented Reality environment. Our platform converts research papers into interactive 3D books, allowing readers to view and interact with content using AR and VR compatible devices.

Read in 3D

Your published article is automatically converted into a realistic 3D book. Flip through pages and read research papers in a more engaging and interactive format.

Article Matrices
Total Views: 596
Total Downloads: 47
All Trends

Request Access

Please fill out the form below to request access to this research paper. Your request will be reviewed by the editorial or author team.
X

This is the heading

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.

High-quality academic research articles on global topics and journals.

Slam do Corpo: Brief Study on Deaf Poetry in Slam Poetry

Natielly Santos
Natielly Santos