The Development of the Capital Market between the End and Beginning of the 19th and 20th Centuries: An Investigation of Relations with Industry in Brazil

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Juliano Vargas
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The Development of the Capital Market between the End and Beginning of the 19th and 20th Centuries: An Investigation of Relations with Industry in Brazil

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Abstract

In this paper, the general objective is to highlight the development of the capital market and its relations with industry in Brazil between the end of the 19th century and the beginning of the 20th century. The underlying hypothesis is that the capital markets in Rio de Janeiro and São Paulo were driven by changes in legislation and institutions created at the time. Due to these changes, transactions on Stock Exchanges have become an important attraction for companies. It is concluded that the national capital market was decisive in stimulating Brazilian industry in the period, with both changes in legislation and institutions being the fundamental links in this connection.

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References

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A unidade de ensino analisada propõe a reflexão da prática docente por meio visitas domiciliares aos educandos e do diário de campo, com intuito de ter uma educação inclusiva, humanista, crítica e reflexiva. Palavras-chave: Etnografia; Antropologia; Educação. INTRODUÇÃO A pesquisa realizada tem como proposta enfatizar a importância de trabalhar a etnografia antropológica na educação infantil, dentro dos CEI´s conveniados com a prefeitura de São Paulo, na cidade de São Paulo- SP. A pesquisa demonstrará como o uso da etnografia antropológica pode contribuir para a ação pedagógica consciente e reflexiva. Para acompanhar a mudança da prática docente por meio da etnografia antropológica foram realizadas: entrevistas com a direção e coordenação pedagógica. A etnografia antropológica é realizada por visitas domiciliares aos educandos e escritos da prática docente no diário de campo. USO DA ETNOGRAFIA ANTROPOLÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL Um dos principais focos da educação, seja ela infantil, juvenil ou para adultos é fomentar o ensino- aprendizagem de modo crítico, reflexivo e consciente. Dentre as mais diversas aprendizagens encontra-se a cultura. Segundo Severino (2002), a cultura, além de ser uma intervenção do homem sobre a natureza, é um fator social. Social quando se estabelece entre gerações, ao inserir as mais novas na cultura das gerações mais velhas. Social por inserir essa geração no mercado de trabalho e social por se estabelecer uma prática social, ao utilizar a educação como mediadora de cultura. Quando a educação media a cultura, media por vezes dentro de uma instituição de ensino e aí entra o papel da etnografia antropológica na educação infantil. Segundo Dauster (1997) a antropologia busca entender a cultura e a vida social, uma ciência social baseada na observação do outro, de modo a buscar o real sentido das relações entre as pessoas. Essa observação do outro, vem unida de descrições, um trabalho de campo também nomeado de etnografia, que contribui para a experiência pessoal. Quando a antropologia se refere a cultura, amplia o seu olhar para diferentes culturas, com o intuito de valorizar os diversos aspectos e relações, a fim de destruir os estereótipos muitas vezes construídos pelo simples fato de ser diferente. Embora a educação aconteça principalmente dentre contextos escolares, as aprendizagens acontecem mesmo antes dos discentes entrarem para a escola. Todos esses conhecimentos adquiridos contribuem para a formação da personalidade cultural, fator muito estudado pela psicanálise. Nesse contexto de múltiplas aprendizagens adquiridas para a formação do sujeito atua a educação crítica e reflexiva, pois atua não apenas na construção de conhecimentos, pensasse em quem é esse educando e quem ele virá a ser. Humanizando assim a educação e todos envolvidos nela. A formação do sujeito, a sua personalidade cultural formasse à medida que ele aprende sobre o mundo. Quanto mais o sujeito aprende sobre o mundo, mais ele aprende sobre si e assim se constitui como pessoa. Para compreender quem é esse educando foram traçadas algumas medidas afim de melhorar a prática docente no CEI, despindo-a de preconceitos. Para entender melhor esse conhecer, entrevistei a Diretora Rosangela Santos Barbosa e perguntei: - “porque as professoras faziam anualmente visitas as casas dos seus educandos ?” Rosangela relatou que certa vez ouviu algumas críticas de uma das educadoras. A educadora reclamava da higiene pessoal e de vestuário que acarretavam mau cheiro em um dos seus educandos. A mesma queria marcar uma reunião com o pai da criança para relatar suas observações e cobrar mudanças na higiene. Foi então que a Rosangela sugeriu que a professora marcasse uma visita domiciliar ao seu educando, para o conhecer melhor e a partir de então poder conversar com o pai. A educadora voltou da visita muito sensibilizada e com um outro olhar sobre o pai e a criança. O menino fora abandonado pela mãe com apenas dez dias, segundo o pai ela mergulhou no mundo das drogas e ele passou a cuidar sozinho do filho. Conseguiu um emprego em que pudesse levá-lo e buscá-lo do CEI. Infelizmente não tinha muitas condições financeiras e moravam em um barraco de madeira de apenas um cômodo. O pai lavava e secava a roupa no cômodo, pois não tinha área externa. Assim nem a pele da criança e nem a roupa pegavam sol, por isso tinham o cheiro úmido. Contudo, o pai era extremamente dedicado e afetuoso com o seu filho. Foi a partir de então que a Rosangela resolveu expandir essa mudança de olhar e implementou as visitas domiciliares como parte do Projeto Político Pedagógico do CEI. Ela disse que as visitas mudaram a prática docente, pois as educadoras despiam-se dos preconceitos quando conheciam a vida de seus educandos. Elas passavam a não impor a sua cultura, e a aceitar os educandos do modo como eles eram. As visitas domiciliares não só mudavam o olhar das educadoras, mudava o olhar de toda a comunidade escolar. As famílias respeitavam mais o trabalho realizado no CEI, criavam parceria entre a escola e a família, pois diziam-se vistas de fato. O CEI passou a ser mais respeitado e não sofria mais com o vandalismo. Dewey fala muito desse processo cultural, o descreve como contínuo e interno. Onde a identidade cultural é pluricultural, configurada a partir das influências de suas emigrações. E onde houver dois ou mais envolvidos no processo de ensino- aprendizagem, essa cultura se tornará intercultural. Pois, sempre se estabelecerá uma troca, embora sejam diferentes haverá uma comunicação. A comunicação e troca faz com que as relações e os aprendizados se tornem significativos ao valorizar o educando e sua experiência. A etnografia antropológica permite olhar o educando com outros, atendo-se a heterogeneidade e diversidade sociocultural que o torna singular. Olhar a singularidade de cada um e assim poder realizar um trabalho que seja rico para todos, assim trabalha a antropologia na educação, ela busca entender as diferenças e as especificidades de conhecimento e cultura socialmente construídos, a construção de um saber de fronteira. A antropologia estuda o humano com todas as suas especificidades e singularidades e seu modo de socialização. Mas, como entender o humano com suas especificidades e singularidades? Faz- se necessário uma reflexão filosófica, compreender para então explicar, ou seja, uma metodologia de pesquisa. A compreensão e reflexão são fatores inerentes a análise, uma analogia as reflexões antropológicas e pedagógicas. A antropologia como metodologia de pesquisa é empírica e por isso, muito importante no campus de resultados do processo pedagógico. É necessário fundamentar a pesquisa. Pensar a ação, essa síntese dialética entre a antropologia empírica e a reflexão filosófica fundem o ambiente e a história de vida dos envolvidos no processo de ensino-aprendizagem, estabelecida por vezes em um currículo oculto. E sobre o pensar da ação docente perguntei a coordenadora pedagógica Joice Damaceno sobre o diário de campo. O diário de campo é um caderno onde as educadoras fazem o registro de uma atividade do seu dia a dia, diariamente. Esse registro pode ser uma atividade, pode ser um momento espontâneo de ações das crianças, que pode levar a reflexões sobre a prática docente. De acordo com Vieira (1999) o diário é objeto de investigação do fenômeno educativo. Propicia a tomada de consciência por meio da reflexão de quem se é, em constante mudança da prática pedagógica. Uma reflexão que leva a consciência da ação. O que você poderia me dizer sobre o diário de campo? Como você vê a mudança da prática docente a partir dos registros das atividades? Joice Damaceno: O registro escrito permite a prática de pensar e escrever sobre o que se fez.... Não só nos faz seres pensantes como nos dá oportunidade de sair do automático, de se distanciar do ato e pensar sobre ele. Isso gera mudança , melhoras, readaptações. Paulo Freire (1981) também se refere ao ato de pensar, de refletir, de se transformar e se formar por meio da pesquisa. Pois, a pesquisa permite com que se ensine e se aprenda sobre o que se ensinou. E quando o resultado da pesquisa ou da reflexão é colocado em prática, não apenas se ensina ou se aprende, se pesquisa ou se reflete novamente. A educação é um movimento permanente e dinâmico. A educação é- como tudo o mais que é humano e é criação de seres humanos- uma dimensão, uma esfera Inter direcionada e interligada a outras, um elo, uma trama (no bom sentido da palavra) na teia de símbolos e saberes, de sentidos e significados, como também de códigos, de instituições que configuram uma cultura, uma pluralidade interconectada (não raro, entre acordos e conflitos) de culturas e entre culturas, situadas em uma ou entre várias sociedades. (GUSMÃO, 2009, p.12) CONSIDERAÇÕES FINAIS Por isso, o fazer antropológico é capaz de transformar e ser transformado, é uma crítica constante da ação, um desafio. Ensinar aprendendo e aprender ensinando. Compreender que a escola não é o único meio de se ter conhecimento e cultura na formação e constituição do indivíduo e sua subjetividade. Compreender que a educação ultrapassa a fronteira dos muros escolares. Compreender que esse educando não é apenas aluno, compreender que ele é sujeito que se constitui por sua singularidade e isso só é possível, pois este está inserido em um contexto plural, regado de historicidade pessoal e social. Esse educando torna-se indivíduo quando adquire o domínio de si, quando se diferencia dos outros. Mesmo integrado socialmente é singular, é único e quão difícil é olhar o subjetivo de cada um. Quão rico é despertar esse olhar, desse outro olhar, que não é superficial, que não vê apenas estereótipos, que consegue ir além e consegue olhar como um todo envolvido por todas as suas partes. Poder se familiarizar com o outro, aceitar a cultura dele sem impor a sua relativizando o processo de socialização, tornando ambos mais humanos de modo a incluir um conhecimento sem que seja necessário excluir outro ou adaptar, ou seja, promover de fato a interação social. REFERÊNCIAS GOMES, Roberto. Crítica da razão Tupiniquim. 3ª ed.- São Paulo: Editora Cortez, 1983. 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No external funding was declared for this work.

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The authors declare no conflict of interest.

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No ethics committee approval was required for this article type.

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Juliano Vargas. 2026. \u201cThe Development of the Capital Market between the End and Beginning of the 19th and 20th Centuries: An Investigation of Relations with Industry in Brazil\u201d. Global Journal of Human-Social Science - E: Economics GJHSS-E Volume 24 (GJHSS Volume 24 Issue E3): .

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Alt text: Academic article on the evolution of capital markets from the 19th to 20th centuries in Brazil.
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Crossref Journal DOI 10.17406/GJHSS

Print ISSN 0975-587X

e-ISSN 2249-460X

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v1.2

Issue date

August 10, 2024

Language
en
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